Entrei no banheiro como numa fuga para qualquer interação que surgisse, abri minha yukata e analisei o corpo despido através do espelho do banheiro. A minha primeira relação íntima com Sasuke tinha acabado de acontecer e eu claramente me sentia especial. Toquei meu pescoço e em seguida meus s***s, recordando os toques recém sentidos, um frio surgiu em meu estômago ao me lembrar que era mais que isso.
Eu sou sua.
Se existe um segredo, se existe um código talvez essa fosse a hora que deveria sabê-lo. Como reagir depois de tanta i********e dividida entre eu e ele? Eu deveria saber o que fazer.
Entrei no chuveiro sem pressa já que deixei para ser a última a tomar banho e não precisaria me preocupar com o tempo. Senti um frio na barriga e fiquei rezando para que o nervosismo diminuísse quando eu saísse do banheiro. Ou talvez no dia seguinte.
Minha vida emocional inteira foi uma preparação para o dia que Sasuke me olhasse da forma que me olhou no Onsen, e eu literalmente ainda não me acostumei em como isso aconteceu, mas eu sinceramente poderia fazê-lo.
Com a água incrivelmente quente descendo, uma parte da tensão se aliviou, fechei o registro do chuveiro e me enrolei na toalha. Saí do box, abri a pequena bolsa onde guardava minha escova de dentes, inseri uma pequena quantidade da pasta e iniciei o processo de escovação. Lavei minha boca, me livrei da toalha e vesti a yukata verde-cana decorada com flores-de-maio, penteei os cabelos úmidos e ajeitei a franja molhada na testa. Suspirei, a pergunta voltou a dominar meus pensamentos: como vai ser agora?
Abri a porta. O quarto estava escuro e apenas uma pequena iluminação surgia do abajur não muito distante, vi o reflexo de Sasuke deitado, o nariz arrebitado apontando para o teto, ele ainda não estava dormindo, embora estivesse com olhos fechados. Ele tinha preparado os futons no chão, estava alheio a qualquer coisa que se passasse. Andei em direção ao lado vazio do futon.
— Boa noite, Sasuke-kun. — murmurei sentindo que havia algo errado naquilo, mas não sabia o que dizer.
Me ajoelhei e em seguida me deitei. Ajeitei meu corpo por baixo do edredom, a princípio escolhi deitar-me virada para cima, mas senti o peso da minha respiração pesada me incomodar. Deitei-me de costas para Sasuke quando um pensamento me acertou como um t**a: e se ele pensar que eu estou me insinuando? Tentei deitar-me de barriga para baixo, mas quão deprimente isso vai parecer? Como uma senhora dormindo. Me virei, e como na maior das idiotices, o edredom se enrolou no meu corpo, me deixando abafada.
— Sakura, — ouviu sua voz invadir a escuridão — algum problema?
Olhei nervosa na direção do meu companheiro, que permanecia de olhos fechados. Sorri amarelo me desenrolando do cobertor.
— Nenhum, — respondi tentando manter minha voz estável — só está um pouco quente, não acha?
Sasuke não respondeu. Analisei os detalhes do meu marido, refletidos pela pouca luz amarelada do abajur. Calmamente seus cílios se mexeram e então seus olhos se abriram. Ele sabia que eu estava o encarando. Virou-se para mim mantendo nossos olhares na mesma direção.
Seus olhos desceram de meu olhar para meus lábios, minha respiração ficou presa na garganta por causa da maneira que suas pupilas causaram uma emoção violenta no meu coração. Sua mão tocou minha franja, endireitando-a sobre minha testa. Analisei seus toques cuidadosos, a pele macia e suave fez minhas bochechas corarem. Endireitei-me no futon me aproximando para mais perto do ex-nukenin. Logo seu braço desceu por meu pescoço num toque carinhoso, passou pelos meus ombros e acariciou meu braço. Numa aproximação desleixada, colou sua boca à minha. A primeira sensação sentida foi do toque inicial de seus lábios macios nos meus, e logo depois de sua língua chegando ainda mais fundo, nossas línguas se tocaram e um sentimento arrebatador dominou cada pedacinho do meu corpo, elevando meus hormônios a mil.
Sua mão tocou meus cabelos enquanto ele se afastava de meus lábios e iniciava um carinho pelo meu pescoço. Seus dentes roçaram minha clavícula, soltei um gemido abafado. Ele abriu um pouco minha yukata e começou a sugar de leve minha pele onde já era possível ver o volume de meu decote devido a minha posição. Sua mão passou por cima de meus s***s, onde apenas o tecido fino impedia o contato direto, o bico de meus m*****s estavam rijos e eu não pude não desejar seus lábios ali, como estiveram uma outra vez. Arfei. Nunca tinha beijado ninguém dessa maneira, e mesmo que tudo tenha sido intenso no Onsen, esse beijo, de certa forma, era mais ousado.
Puxei os cabelos de Sasuke com um pouco de força. Ele gemeu discreto e foi o som mais sensual que já ouvi na vida. Sentia-me capaz de qualquer coisa para ouvi-lo de novo. Tocou minha cintura e com agilidade me puxou para cima de si. Logo pude senti-lo endurecer junto a mim. O desejo dele queimava junto ao meu num fogaréu tentador. Não demorou muito para ele me virar novamente numa agilidade que me arrancou o fôlego, dessa vez ele estava por cima. Seu toque desceu pelos meus s***s e passou pela minha barriga, desamarrou o obi e sua mão adentrou sobre minha yukata, com a ponta dos dedos parou logo acima do elástico da calcinha.
E ele me encarou como se pedisse permissão. Sasuke claramente não tinha certeza do que estava fazendo, era como se aquilo fosse algo que ele tivesse escutado ou que já tenham lhe falado, mas eu provavelmente apostaria na primeira opção. Coloquei minha mão sobre a sua, e dei um leve impulso.
Eu quero.
Centenas de pensamentos passavam pela minha cabeça, mas todos desapareceram quando sua mão entrou na minha calcinha. Seus dedos se moveram um pouco e eu levei um susto prazeroso. A forma que ele esfregava meus lábios vaginais me causou um atrito, era bom, mas colocava demasiada força. Fechei meus olhos evitando contato, pois ele me encarava de forma que buscava uma reação, e eu simplesmente não podia nem conseguiria manter um contato visual naquela circunstância, levei minha mão sobre seus dedos e lhe mostrei como eu gostaria de ser tocada. O rubor subindo as minhas faces.
— Está bom? — perguntou, aproximando a boca junto à minha. Ele percebera que eu estava com vergonha de encará-lo. Fiz que sim, ainda de olhos fechados.
Sasuke voltou a me beijar com ardor, seus dedos iniciaram movimentos de subida e descida. Meus joelhos arquearam em resposta imediata, meu corpo espontaneamente me fez abrir as pernas mais.
Seu corpo agachou e sua boca foi em busca do meu peito. Ele enfiou a mão dentro da minha yukata desfeita e trouxe meu seio para fora, em seguida fez o mesmo com o outro que estava coberto. Sua mão acariciou um dos meus s***s, mas o impacto surgiu quando ele abocanhou meu mamilo, sugando-o e movendo a língua em seguida. A temperatura quente de sua boca com a sugada era simplesmente uma sensação divina, a pressão se intensificou dentro da minha barriga, e ainda com os olhos fechados, mordi o lábio.
— Olhe para mim, Sakura.
Eu parecia estranhamente incapaz de dizer qualquer coisa. Minhas bochechas queimando, eu estava visivelmente tímida. Abri meus olhos. Sasuke parecia mais sexy ainda e eu decidi ajudá-lo se desfazer da yukata escura. A pele dele revelava cicatrizes profundas de batalhas impiedosas. Passei meu dedo entre suas marcas sobre seu peitoral liso e em seguida para seu abdômen musculoso.
Sasuke afastou minhas mãos com seu único braço, se aproximou do meu pescoço, sua respiração quente me fez arrepiar. Sua mão terminou de puxar a yukata do meu corpo. Fechei minhas pernas, e tampei meu rosto com as mãos.
Ele cuidadosamente fez uma força necessária para abrir minhas pernas, abri meus dedos para entender onde ele pretendia chegar. Não pode ser. Os olhos de Sasuke me encontraram e ele novamente pediu permissão. Tampei meu rosto novamente.
— S-Sasuke-kun... n-não precisa. — gaguejei.
— Não precisa ter vergonha Sakura. — ele tirou minhas mãos que tampavam meu rosto. Havia um desejo exposto. — Não de mim.
Ele agachou, a silhueta movendo-se na meia-luz, o toque de sua respiração na minha v***a me causou uma reação eletrizante, mas sua língua foi a que me fez tremer. Eu não podia ver, era demais para mim, com os olhos fechados eu pude sentir seus lábios se abrirem e logo se fecharem com meus lábios vaginais dentro. Estremeci.
— S-Sa... — gemi.
Sasuke deu uma sugada sutil em minha v***a, em seguida roçou com a língua. Se eu imaginava um dia necessitar de um toque como este, eu mesma me chamaria de pervertida. Mas nesse momento eu precisava dele, eu sentia uma necessidade tamanha de tê-lo dentro de mim.
— S-Sasuke-kun. — tentei levantar-me. Ele se distanciou de minhas pernas.
Com o polegar, secou os lábios, e num volupto, um curto sorriso surgiu em seu lábio. Minhas pernas tremeram, e minha boca secou, nem nas minhas imaginações eu pensei em ver Sasuke assim.
— Eu quero você. — admiti num choramingo. — Eu quero você, Sasuke-kun.
Puxei ele para cima, e iniciei um beijo ardente. Minha língua buscou a dele, e quando encontrei, dei uma leve chupada. Sasuke se escolheu ainda no beijo e terminou de se despir. Ajeitou seu corpo e antes de entrar, me olhou. No fundo dos olhos. Eu podia ver a excitação no seu olhar.
— Tem certeza? — sussurrou.
— Eu quero isso tanto quanto você, Sasuke. Eu quero. — confirmei.
Ele soltou um som inalado, seu semblante revelou a satisfação ao me escutar. Sasuke roçou seu m****o na minha entrada, abri minhas pernas a fim de facilitar o encaixe. De início eu ainda senti um pequeno desconforto, que desapareceu quando ele iniciou os movimentos. Uma onda de prazer me preencheu e eu abracei Sasuke numa tentativa de corresponder com meus estímulos. No meu ouvido eu pude escutar suspiros baixos vindos do Uchiha. Ele está gemendo, percebi em deleite.
— M-mais rápido. — o suplício saiu dos meus lábios sem ao menos eu planejar.
Sasuke executou o meu pedido e passou a ser mais rápido. Eu não pude segurar meus gemidos, que passaram a sair involuntariamente dos meus lábios. Abri meus olhos e vi a cena mais sensual da minha vida, Sasuke nu, com sua b***a fazendo movimentos ágeis dentro de mim.
Um sinal eletrizante iniciou nos meus órgãos, minhas pernas ficaram trêmulas.
— p***a, Sakura. — ouvir Sasuke chamar meu nome possivelmente adiantou meu o*****o.
Minhas pernas tremeram e uma sensação gostosa passou pela minha v****a. Sasuke começou a estremecer junto comigo e eu pude sentir o jato quente dele entrar dentro de mim, enquanto sua mão apertava minha b***a com uma força extremamente gostosa.
Seu corpo enfraqueceu junto com o meu. Ele caiu para trás, me puxou para si e me cobriu. Nossas respirações estavam ofegantes e pesadas. Eu literalmente não entenderia como uma mulher poderia não suspirar.
A brisa da manhã quase me convenceu a voltar para a cama. Olhei de longe Sasuke dormir. Seu sono sempre fora tão sensível, mas agora eu tinha certeza de que os barulhos que eu fizera não foram o suficiente para acordá-lo. Tomei um banho rápido, consegui pedir o café da manhã no quarto. Saí e não encontrei meu marido deitado. O futón já estava guardado e ele sentado em uma cadeira. Parecia bem descansado.
— S-Sasuke-kun... eu... não quis acordá-lo.
— É incomum eu dormir tanto, sequer escutei você sair.
Sorri internamente. Andei e sua direção e me sentei em seu colo. A princípio ele pareceu desconfortável com minha ação, mas talvez fosse mais como: pego de surpresa. Envolvi meus braços em seu pescoço e sorri para ele.
— Isso não é bom o suficiente? — perguntei, a respeito dele dormir um pouco a mais.
Sasuke franziu o cenho levemente.
— Para um ninja, não.
— Ainda estamos no segundo dia de viagem, — recordei-o. — por favor, Sasuke-kun, não pense em trabalho agora.
Fiz bico, incentivando-o a me ouvir. Sua mão tocou levemente meu quadril, mas ele logo tirou. Hesitou numa confusão singular.
— Preciso de um banho. — disse.
Me levantei. Conhecia Sasuke o suficiente para saber que ele estava se sentindo encurralado.
— Então se apresse, te esperarei sair do banho para tomarmos café da manhã e em seguida sairemos. — anunciei.
[...]
O movimento do festival trazia uma coloração diferente nas ruas da cidade. Sasuke estava impaciente, sair para compras e ficar em meio a tanta gente não poderia ser algo que eu esperasse animação dele. Um grupo de crianças brincava em uma roda, a incrível energia genuína vinda deles me lembrou do meu hospital infantil em Konoha. O primeiro momento que senti saudade após ter deixado a vila.
— Ohayou!
— Ohayou, ohayou! — as crianças me cumprimentaram de volta.
A alguns passos dali eu resolvi parar, peguei o pequeno vidro na minha bolsa com um hidratante caseiro, destampei e passei o dedo. Sasuke estudava minhas ações.
— Você ainda quer adicionar mais? Não acha que é o suficiente?
Ele suspirou e voltou a olhar para um outro lado, com hidratante no dedo, adiantei em direção ao seu rosto. Com seus bons reflexos ninja, Sasuke evitou meu contato no início.
— O que você está fazendo?
Coloquei força na minha mão e consegui tocá-lo afim, passando o hidratante em seu rosto.
— Não limpe isso, Sasuke-kun. — as crianças de longe gargalharam. — Deixe isso, o clima hoje está demasiadamente seco. Você se sentirá confortável depois ao usar isto.
Os fios negros do Uchiha estavam um pouco maiores do que do costume e com os dedos afastei a mexa que cobria seu rinnegan no intuito de espalhar o creme por todo o rosto. Por fim o cobri novamente.
— Eu não tenho escolha ou tenho. — resmungou.
— É bom que esteja aprendendo. — sorri, satisfeita.
Um sorriso curto se formou no canto de seus lábios.
Ali perto, analisei pessoas jogando umas nas outras pós coloridos. Aquilo de certa forma prendeu minha atenção. Busquei Sasuke para mostrar a ele, mas o Uchiha estava entretido numa barraca de ferramentas ninja. Voltei minha atenção para o grupo, que agora era maior. A senhora da tenda no dia anterior havia comentado sobre festival das cores e agora fazia todo o sentido.
— Moça! — me virei na direção da voz.
Um rapaz loiro e alto coberto por ** de diversas cores mantinha a mão cheia e fez menção de jogá-la em mim. Fechei meus olhos e sorri, animada por participar. Entretanto, não cheguei a sentir o contato, abri meus olhos e procurei pela tintura no meu braço e nas minhas roupas, mas não havia indícios. Levantei o rosto, confusa. Sasuke estava na minha frente segurando o braço do rapaz.
— Aiii. — gritou.
— O que pensa que está fazendo? — meu marido perguntou ameaçadoramente.
— E-éh apenas uma brincadeira, eu vi a moça e então...
— Você viu minha esposa.
A voz lhe saiu áspera e um frio no meu estômago apontou a emoção causada após escutar Sasuke proferir aquela frase e principalmente o êxtase na palavra final. Um sorriso largo surgiu em meus lábios. Andei em sua direção e toquei seu braço.
— Tudo bem, Sasuke-kun, vamos, ele não conseguiu me sujar. — tentei puxá-lo, mas o ex-nukennin nem saiu do lugar.
— Porque eu não o deixei. — retrucou. Ele sequer me olhava.
— Por favor moço, eu a vi sozinha e não imaginava que ela era casada. De qualquer forma, não cheguei a sujá-la, deixe-me voltar para o grupo de meus amigos.
Dei um leve aperto no braço de Sasuke.
— Vamos, Sasuke-kun, não o machuque, isso vai chamar muita atenção.
Ele mirou-me pelo canto dos olhos, em seguida soltou o rapaz num empurrão, fazendo com que ele acabasse por se desestabilizar e cair.
— Suma da minha frente antes que eu me arrependa. — disse Sasuke, irritado.
— Fico feliz por você ter chegado no tempo certo, — sorri e apontei para a minha roupa. — essa yukata é tão fofa para tê-la perdido.
— Não posso deixá-la sozinha por tanto tempo assim. — resmungou como um velho.
Sasuke havia soltado aquelas palavras rápido demais. Sorri.
— Vamos almoçar? — coloquei a mão sobre a barriga sentindo-a roncar. — Estou com muita fome.
Ele assentiu.
Mais tarde almoçávamos tranquilamente. Sasuke insistiu que fôssemos a um ambiente reservado e assim o fizemos. Enquanto ele comia serenamente, eu o observava.
— Sakura, — fechou a cara. — assim perderei o apetite.
Gargalhei.
— Sasuke-kun, qual a graça de ser sua esposa se não posso fazer isso? — provoquei.
— Não imaginei que esse era seu pretexto.
— Talvez. — pisquei para ele e seus lábios se curvaram num pequeno sorriso.
No restante da tarde aproveitamos o centro histórico para comprar algumas coisinhas a mais, visitamos algumas destilarias de sakê e compramos alguns snakes para a viagem depois da lua de mel. O sol já começava a se pôr quando Sasuke decidiu que era hora de voltar ao Ryokan. Já na hospedaria eu disse para Sasuke ir na frente uma vez que eu iria pedir o jantar no quarto. Ele concordou e subiu. Após fazer o pedido subi para os nossos aposentos e não vi Sasuke no primeiro momento, a porta do banheiro, entretanto, me chamou a atenção, pois estava aberta. E o barulho de água caindo revelava que ele estava no banho.
— Ele deixou a porta aberta? — sim, sua burra, ele deixou para você se juntar a ele, pensei mordendo o lábio inferior. — Isso é muito ousado para mim...
Tampei meu rosto. Olhei em direção ao banheiro, eu não teria essa coragem... ou teria?
Sakura, ele deixou a porta aberta para você! Minha Inner estava certa.
Retirei o obi que prendia minha yukata, em seguida, o soltei deixando-o cair aos meus pés, o tecido deslizando pela minha pele era quase uma promessa do que viria, soltei o fecho do sutiã e o joguei no chão. Tirei os grampos que prendiam meus cabelos presos no coque e entrei. O vapor me inundou. Sasuke estava de costas, seu corpo estava todo dentro do chuveiro e seus cabelos dentro d'água pareciam maiores do que quando secos. Dei alguns passos a frente e entrei no pequeno espaço. Sasuke deu um passo atrás e seus olhos se arregalaram ao me ver. Nesse momento era possível observar com atenção seu rinnegan.
— Posso me juntar a você no banho? — perguntei.
Ele deu um passo para atrás, seus olhos pararam tempo suficiente em meu corpo a ponto de me deixar numa sensação desconfortável, com o braço tentei me cobrir, o que ele notou.
— Venha cá.
Sasuke me puxou, a água morna caiu sobre meu cabelo e em seguida sobre meu corpo, a mão de Sasuke estava no meu ombro. Vi o sabão e tive um lampejo de ideia. Peguei-o, passei na bucha e me virei para o Uchiha.
— Deixe-me ajudá-lo, sim?
Sua sobrancelha arqueou. Me aproximei, fiquei na ponta dos pés e comecei a passar a bucha em seu corpo, meus olhos encontraram seu m****o num estado estimulado. Engoli a seco.
Eu gostaria de lhe causar as mesmas sensações que ele me causou antes, tentaria me lembrar com mais atenção nos detalhes sugeridos por Ino, embora a prática fosse diferente da teoria.
Apenas depois do seu toque e eu sei que jamais serei a mesma, serei uma viciada nele. Ah, Sasuke, eu queria tanto lhe dizer em voz alta isso, talvez você se sentisse acanhado, mas eu sempre estarei aqui, e eu sempre irei atrás de você como um pôr do sol. Sorri.
Me agachei, olhei para cima e a respiração dele ficou pesada, como se estivesse difícil para ele fazer a coisa mais fácil do mundo – respirar –. Olhei para seu m****o grande a minha frente e me questionei se eu conseguiria fazer aquilo em algo que possivelmente sequer caberia em minha boca.
— Não precisa fazer isso, Sakura. — disse com uma voz estranha, estrangulada.
— Só... — engoli a seco e posicionei melhor meus joelhos. — me ensine a fazer direito.
Ele assentiu lentamente.
Toquei seu p*u e pude sentir seu corpo corresponder ao meu toque imediatamente, Sasuke travou o maxilar.
— Deixe-me ajudá-la.
Ele soltou minha mão, puxou a pele que cobre a glande e a ajeitou, pegou minha mão e a fechou sobre seu m****o, com sua mão por cima da minha, ele fez alguns movimentos. Seus olhos se fecharam e ele inclinou a cabeça para trás, vê-lo expressar tamanho prazer me deixou num estado de realização extremo. Eu queria mostrar a ele como era bom ser amado. Sasukr tirou a mão e eu continuei a fazer do jeito que ele me mostrara.
Aproximei meu rosto de sua virilha, seus olhos me encararam numa mistura de incredulidade e anseio. O olhei de baixo, enquanto ele me observava de cima, abri minha boca e no ato de abocanhá-lo, a porta do quarto foi aberta.
— Shannaro. O jantar!
Levantei-me num pulo.
— Inferno! — amaldiçoou.
A porta do banheiro estava aberta, e se eles simplesmente decidissem dar algum recado? Eles vão saber que estamos fazendo algo aqui. Corei, tampei meu rosto numa tentativa de fugir daquela situação.
Quão pervertida eu pareço nesse momento aos olhos de Sasuke?
Sasuke se enxugou rapidamente e vestiu a yukata limpa, saiu do banheiro fechando a porta atrás de si, o que me trouxe um alívio momentâneo, por outro lado, o ninja estava claramente irritado. Saí do banho e vi Sasuke sentado sobre seus pés, seu chakra estava numa intensidade n***a tamanha que evidenciava seu humor.
O jantar aconteceu num clima irritante. Sasuke não falava muita coisa, apenas assentia ou resmungava "Mm". Estava de péssimo humor e eu até mesmo evitei falar muito para não o testar. A seguir, vieram duas funcionárias do Ryokan que levaram o restante e as vasilhas. Tratei de arrumar os futóns. Em pouco tempo Sasuke se aproximou para deitar-se por fim me desejando um boa noite.
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