BRIAN NARRANDO Não suporto a presença da Connor, mas por causa de todos os gastos que estamos tendo nas investigações tanto do homicídio do Garry quanto com o acidente do caminhão, estamos precisando movimentar os negócios. E eu infelizmente preciso do dinheiro dela para isso. — Entre, por favor. — Abri a porta para ela, e ela entrou. Ela se sentou na cadeira em frente à mesa enquanto eu fechava a porta. Me sentei do outro lado, obviamente, e cruzei meus dedos. — Então, como posso ajudar? — Quero que você lave todo o dinheiro que recebi. — Eu concordei com a cabeça. Connor abriu a bolsa e me entregou um pequeno papel. — Quinhentos milhões? — Arregalei os olhos. Eu já mexi com muito dinheiro, mas essa com certeza é a maior quantia que recebi de uma vez e de um cliente só. — Sim. Em d

