Uma funcionária abriu a porta, visivelmente embaraçada. —Desculpe senhora, a porta está com defeito, não pode encostar que ela tranca, mil perdões. Milena suspirou fundo. Meu Deus estou paranoica, pensei cada absurdo. Olhou-se no espelho ainda estava linda e fresca, a limusine preta encostou havia uma placa com os nomes dos noivos e data. Ela sorriu ao entrar, uma assistente foi junto com ela, caso precisasse de algum retoque. O carro parecia levar uma eternidade pra chegar, a cidade já estava iluminada, São Paulo parecia estar tão feliz feito Milena, ela olhou cada detalhe pela cidade. Entendeu que não seria solteira nunca mais, depois de casada mesmo que mudasse os estados civis eram outros, achou que era uma coisa estranha, mas perfeita ao mesmo tempo. A limusine estacionou

