Não consigo dizer exatamente o que aconteceu na noite de sábado: eu fiquei presa em um looping infinito de auto piedade e tristeza profunda. Acho que se eu falei duas ou três palavras durante o jantar de James e um sujeito esquisito com uma esposa que parecia uma Barbie – falsificada – foi muito, vagamente me lembro do sobrenome dos dois ser “Carter”. - Pode me dizer o que está acontecendo? – James pergunta de maneira firme, porém gentil assim que entramos no carro – Você não me parece muito bem. - Acho que eu estou muito cansada – respondo tentando manter a calma – depois do temporal, tive bastante trabalho... - Sim – ele suspira – sinto muito ter arrastado você para isso. Ele não disse mais nada, mas a sua atitude compreensiva era pior: eu temia que

