A viagem de volta para casa é mais silenciosa do que o normal. Meus braços enrolados na cintura de Locke como sempre, minha bochecha apoiada de leve no couro do cut dele. Normalmente, andar de moto com ele acalma minha mente. Esta noite, só parece dar mais espaço para meus pensamentos vagarem, e cada quilômetro que percorremos traz outra percepção que eu gostaria de nunca ter tido: Não bastou para o Knox usar só a mim. Ele usou a minha família inteira. Quando chegamos ao prédio de Locke e subimos de elevador até a cobertura, o nó no meu peito já está quase insuportável. — Eu deveria ter sabido — eu sussurro. Escuto Locke pousar as chaves no balcão atrás de mim. Um momento depois, os braços dele deslizam com cuidado ao redor da minha cintura. — Não, baby. — Já era r**m o bastante qua

