BEN Mano, o mundo podia estar pegando fogo lá fora, mas naquela hora, dentro do quarto da Keyla, a única coisa que importava era o fogo que a gente tava ateando um no outro. Ela sentada no meu colo, de costas pra mim, a pele quente grudada na minha, e eu com a mão enfiada na calcinha dela, tocando aquela b*******a molhada que era meu novo vício. E o espelho na nossa frente era a tela de um cinema proibido, mostrando tudo. Cada movimento dos meus dedos, cada círculo que eu fazia no c******s dela, era registrado no rosto dela refletido. Os olhos fechando, a boca abrindo num gemido abafado, a expressão de um prazer que beirava a dor. E eu lá, beijando o pescoço dela, o pescoço que eu já sabia que era o ponto fraco dela, sentindo o corpo dela tremer no meu colo. Aquela cena, aquela p****

