David Quincy Quinta-feira às 09:23 no sanatório Blackwood, Inglaterra (Oxford). Esta manhã é diferente, na madrugada anterior onde os corvos se espalham entre os muros garridos do sanatório, não suportei repousar entre os leitos engatados. Com minhas madeixas fixadas ao travesseiro, fitei o teto no decorrer do crepúsculo, lacrimejei deteriorando todas as análises criadas por mim. Nenhuma vez fiquei exposto de tal maneira, ele saberá tudo onde eu jamais quis que Philip soubesse, é a minha vida e ele não pode intervir, sou apenas seu paciente e nada mais. Sustentar falsas expectativas foram rompidas, quero manter-me fora de quaisquer ilusões criadas. Não há nada que se possa fazer, está fora de seus alcances medicinais ou qualquer tratamento psicotécnico. Se espremendo por baixos dos

