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Meu Querido Psiquiatra - Romance Gay

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intro-logo
Blurb

Cômodos estranhos, pessoas não normais e um querido psiquiatra.

David Quincy é um jovem e belo rapaz que teve a vida interrompida pela ambição de sua madrasta Renee. Ele foi internado num sanatório e sem esperanças de escapar depois de anos, surgiu um querido e adorado psiquiatra. Essa relação crescerá aos poucos e sem que David perceba, será mais intensa que qualquer injeção de alta dosagem.

Preso no sanatório Blackwood, David enfrentará diversas barreiras antes de conseguir fugir e ainda precisará lutar para salvar seu irmão mais novo Martin, antes que Renee o machuque da pior maneira e que seja irreversível.

Depois de anos lutando contra dificuldades, está na hora de recuperar sua vida por direito e tomar uma decisão na qual ele não esperava que precisasse algum dia.

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Prólogo
David Quincy Sexta-feira às 14:27 no Sanatório Blackwood, Oxford (Inglaterra). — Você já causou muitos problemas David, precisamos consertar o seu comportamento. Levem-o para o tratamento de choque e só saiam de lá quando ele estiver curado! — Ordenou o maldito diretor, apontando seu dedo indicador para mim. — Seus malditos, vocês não têm o direito de fazerem isso comigo! — Coloquei toda minha força nos antebraços, tentando escapar dos mastins. — Tirem ele daqui agora e resolvam este problema de uma vez! — Deslocou-se para os seus aposentos, sem repulsa ou pesar. Detido pelos mastins. Sou levado para uma câmara, longe dos outros pacientes. Ainda sinto as perfurações recém feitas em meu braço. Diariamente sofro pelas altas doses de remédios injetados em mim. Já na câmara de tortura. Eles me vestem a uma camisa de força. Me debato contra, mas sem probabilidade de escapar. Um temor desliza por meus braços retidos da liberdade. Me colocam sobre uma estreita cama branca com dobradiças de ferro. Com minha visão para o teto. Uma grande luz cintilante atrapalha meu panorama, causando acentuadas alucinações. — O que vocês vão fazer comigo? Seus malditos me soltem! — Implorei com veemência. Notei alguns aparelhos cirúrgicos, expostos a minha esquerda. Lamento em lágrimas. Desisto de escapar de qualquer programa ou atividade deste lugar horrendo e incapacitado a cuidar de qualquer pessoa. Um dos mastins me segura, pousando suas mãos acima do meu ombro imóvel e indefeso. Eles ligam uma máquina que libera um ruído elétrico baixo. Gritei ferozmente e temeroso até que, aos poucos perco os sentidos. Apenas sei que estou sendo eletrocutado, depois da minha diária e insistente rebeldia. Ainda neste mesmo entardecer, após sentir à dor mais incrédula. Estou em um dos aposentos especiais, se é que eu posso chamar assim. Depois daquela tortura que fizeram comigo, me puseram no quarto branco. Alguns chamam de área do silêncio. Apenas é possível escutar sua voz com constantes ecos sonoros. Estou de pernas cruzadas, olhando na direção da porta metálica cinza. Permaneço a espera da minha refeição do dia. Às pessoas assim como eu, que tentam escapar, sofrem algumas punições: como apenas se alimentar durante uma única vez diária. Mas nem sempre foi assim, já tive uma vida e amigos. Eu era da alta sociedade. Meu sobrenome Quincy, é conhecido por todo o país da Inglaterra. Me chamavam de príncipe ou herdeiro da grande fortuna que seria deixada para mim. Também tenho um irmão chamado, Martin, sinto saudades daquele garoto zoado. Ele é o caçula da família. Ficamos mais próximos depois da morte do nosso pai. Com certeza ele foi a melhor coisa que nos aconteceu, até que alguém surgiu após a sua partida. Renee Quincy, essa era a minha madrasta. Tudo ocorria bem, até que meu pai sofreu um infarto e deixou sua fortuna para seu herdeiro de direito, ou seja, eu. Uma fatídica ideia da nossa diabólica cuidadora, me fez parar aqui, neste inferno chamado de lar para os deficientes mentais. E por que ela fez tudo isso? É fácil de responder. Para assumir minha herança, teria que estar em plena consciência das minhas faculdades mentais. Ela armou uma armadilha e convenceu a todos que eu estava alucinado, maluco para ser mais claro. Suas justificativas foram que, após a perda do meu pai, eu teria contraído traumas irreversíveis. A v***a medicava meus alimentos, para causar alucinações. E foi o início de tudo, mas para David Quincy, foi o começo do meu traumático fim. Porém, no início tudo foi mais difícil. Não tinha experiência ou qualquer coisa que me ajudasse. Durante o crepúsculo, os pacientes do sanatório, recebem intensas doses de medicamentos. Diria que esses remédios nos deixam com sono e sem forças para correr ou gritar. Um morto vivo, sendo mais exato. Pensei que ficaria transtornado, que não conseguiria me recuperar dos traumas, tratamentos de choques ou inúmeras punições expostas. Minha vontade de recuperar tudo que perdi, é maior que qualquer tratamento psiquiátrico, se é que isso pode ser chamado assim. Pensativo e com minha cabeça inclinada para o raso. Alguém invade o cômodo estranho. Minhas pálpebras estão escuras e desleixadas. Entrevi para o alto, é um mastins. O que eles são? Desde que entrei, os chamo assim. Me refiro dessa a forma aos seguranças e enfermeiros do sanatório. — Aqui está sua comida! — Enunciou incivil. Seu olhar para mim é de negligência. — Quando vou sair daqui? — Digo miseravelmente acabado. Ele se agachou em minha frente. Pousou a comida sobre o tecido fofo do piso, criado para que ninguém atente contra a própria vida. As paredes também são revestidas do mesmo material, como um algodão impenetrável. Me encara morfando ao notar tal fragilidade. Queria me observar no espelho, mas eles não nos permitem isso. Uma vez no mês, chamam alguém para cortar nossos cabelos. Apenas sei que ficamos escalvados, é como dar um soco em nossa autoestima. — Você está h******l! — Zombou de mim. — Não tanto quanto você cara, isso é realmente sério! — Sou fielmente sarcástico. — Não sei o motivo de você estar aqui, sinceramente. Parece que alguém quis te tirar do mapa e o melhor lugar foi esse. — Insistiu na sua hipótese. — Você não é louco, eu sei disso. Depois de todos esses anos que viveu no sanatório, te dou meus sinceros parabéns, por não ficar igual a aqueles malucos no pátio. — Então por que não me ajuda a sair daqui? — Questiono. — Não me interessa, não tenho nada haver com você, mas posso te dizer uma coisa. — Estimula minha curiosidade. — O que é? — Observo o raso da parede. — Alguém não quer te deixar sair, querem te ter fora do mapa. — Afirmou insólito. — Boa sorte cara, você vai precisar! Se ergueu para cima depois dos seus metódicos avisos no que já sei. Percorreu em passos moderados após ultrapassar o limite previsto. Selou a porta por fora, deixando-me sozinho novamente. Eu estaria pior se esta fosse minha primeira vez, mas não é. Peguei o caderno de anotações no meu bolso direito da calça. Uso ele como um diário. Escrevo minhas frustrações, ansiedade em almejar um dia sair daqui, com o hábito de rasurar as folhas brancas sem linhas, quanto tempo estou trancafiado.

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