capitulo 135

1297 Words

📓 Isabela Duarte Adriel respirou fundo, derrotado por dentro, mas tentando ficar inteiro por fora. Passou as mãos no rosto aquele gesto de quem tenta varrer a dor com a palma. Eu dei um passo pra perto dele. Ele m*l conseguia me olhar. Foi o Adrian quem quebrou o silêncio, com aquela voz baixa que sempre entra onde a gente tá quebrado: — Isa… eu te levo pra casa. Vamos. Eu só consegui assentir. A verdade é que minhas pernas não iam longe sem alguém segurando as bordas do meu mundo. Adriel olhou pros dois, esgotado, a voz falhando: — Meu carro tá lá fora. Eu… eu vou pra casa também. Te vejo no apê, Adrian. Os dois Monteiro se encararam assim sem palavra nenhuma a mais, só aquela troca silenciosa de irmão que sabe que o outro tá machucado, mas que continua em pé. Adrian asse

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