O que a mocinha podia pensar daquilo? Não tinha como saber. Era só isso o que tinha de fazer, revelar seus sentimentos? Era só isso o que devia ter dito desde o começo, que o amava? E então, olhando para os olhos serenos de Darius, Gisele entendeu como os Stariano resumiam fácil demais seus sentimentos, ou vínculo. Elaine avisou ela.
Darius a amou desde o primeiro momento, enquanto nós humanos o amor desabrocha como uma planta até aflorar, necessitando do continente cuidado para não morrer. Os humanos apodrecem todo o processo amoroso, enquanto os Starianos, apenas amavam.
Gisele piscou, sentiu seu coração aquecer e fechou os olhos devagar. Logo ela sentiu ele se aproximar, sentiu os lábios quentes tocarem o seu e entreabriu para receber Darius com todo o amor do universo. Ela não conseguiu conter, quando abriu a boca e se sentiu preenchida, se agarrou no pescoço do Gigante Stariano e gemeu saborizando a língua invasora.
Ela já havia se acostumado com a formidade da língua grossa, mas sentiu muita falta do calor que ele emanava. Era invasor, diferente e muito preciso. Gisele se atracava ao pescoço de Stariano e o sentia respirar de forma tensa, enquanto sugava seu sabor entremeio sua língua. E quando afastou seu rosto, Darius já não tinha feições endurecidas, como se contivesse a si mesmo. Não lhe parecia mais querer estar afastado.
Darius engoliu devagar, grudou sua testa contra Gisele, respirou pesadamente descompassado e pediu com toda a fé que tinha em Starian.
— Não existe mais dúvidas? — Gisele encheu os olhos de água e fez uma negativa. — Será minha por toda a eterna Starian? — Ela sorriu um tanto tímida, porque Darius era um alien galante, sem nem perceber.
— Sim. — Ela mordiscou os lábios e confirmou. — Por toda a eterna Starian. Eu amo você.
Gisele sentiu as costas grudar fortemente contra a porta, arqueou as sobrancelhas e viu Darius cerrar os dentes, expondo as presas da frente. Ele segurou na gola da blusa com uma mão e no pescoço com a outra, fechou os punhos grudando o tecido entre os dedos, o puxou como uma mísera folha de papel. Em uma única só puxada ele rasgou o moletom e a blusa de baixo, e de uma forma desesperada ele utilizou as duas mãos para tirar todos os panos que Gisele usava em sua parte de cima.
Quando ele a viu nua, com as m***s arredondadas e bicudas apontando para seu rosto, ele apenas encostou a face na curva de seu pescoço, roçou a pele levemente escamosa nas ondas que modelavam o corpo de Gisele, respirou seu cheiro e envolveu a mulher em seus braços, quase a prendendo contra si.
— Porque faz isso?
— Porque é minha. Porque posso. Porque quero que toda Starian sinta a minha presença quando vê-la. Porque a quero. E porque sim.
Ela fechou os olhos e o abraçou de volta, sentiu a pele esquentar em cada rastro do Stariano e os seus pés levantar do chão. A humana abriu os olhos, se segurou firme e logo ele a deitou sob a esteira onde dormia, em meio aos cobertores que usava, mirando a parede de vidro que não permitia o sol Stariano entrar. A cápsula estava iluminada pelo amarelo das luzes internas, enquanto Gisele movia os s***s com a força da respiração ansiosa.
Darius a observou rapidamente, segurou a beirada de suas calças e respirou fundo, fechando os olhos de um modo profundo. O cheiro da humana o inebriava, o alimentava e o invadia fazendo ele se sentir um territorialista grandioso. Gisele estava nua, sentindo as mãos de Darius medir o seu corpo, passando por toda sua pele e levando suas calças consigo.
Logo o pano não era mais impedimento, então ela abriu suas pernas, mordeu seus lábios e viu o Stariano se abaixar. Ela sentiu a ansiedade gritar em sua garganta, acomodou suas pernas sobre os ombros do gigante dourado e o viu abrir a boca antes de chegar na porta da sua i********e. E foi possível sentir a ponta de sua língua tocar a sua entrada e entrar em seu caminho, enquanto Darius encostou seus lábios em toda sua extensão.
Não é que Gisele esperasse o ato s****l oral, mas ela se entregava aquilo de uma forma diferente. Se todo o Stariano era bom nisso ela não saberia dizer, mas Darius era perversamente pervertido quando se tratava dessa sazonal amorosa. Darius gostava de bocet@, da bocet@ dela especificadamente. Era isso!
Ela gemeu… Gemeu com a boca aberta, sentindo o ar entrecortar suas vias respiratórias enquanto curvava suas costas. Ela bateu as mãos no chão, levantou a cabeça para observar a perversão do Stariano no meio de suas pernas e viu exatamente o momento em que Darius engolia todo o seu ser garganta adentro. Ela gemeu de novo, sentiu ele movimentar a língua de novo e quando a tirava de dentro de si, ele engolia todo o líquido s****l que Gisele expelia por entre suas pernas.
Isso era tão… pervertido!
Ela se jogou para trás, tentou localizar fenergia em seu subconsciente para ter forças e aguentar aquele Stariano engolindo seu líquido s****l, até que sentiu o frio do abandono e o desprazer de sentir o meio de suas pernas vazias. Quando levantou a cabeça, Darius a mirava como um observador pervertido, lambendo a ponta dos lábios enquanto puxava as calças para baixo. Ele já não escondia a ponta da língua duplicada e estava disposto a restabelecer o vínculo imediatamente.
Gisele mordeu os lábios, o viu se abaixar e abriu para acomodar o centro da virilha do Stariano entre si. Ela cerrou os dentes, respirou sentindo os lábios molhados sendo pressionados por uma glande grande e quente, e abriu a boca quando sentiu os músculos vaginais se abrindo, enquanto a carne do Stariano adentrava em seu ser. Seu peito arfava, Darius alcançou seu objetivo e a envolveu em seu braços, então Gisele tentou fechar suas pernas como um mecânico de auto proteção. Mas, ele se moveu, ela sentiu seu espírito pervertido gritar dentro de si e percebeu a expansão do m****o internamente.
Ela não tinha do que se envergonhar e se conter, e em cada centímetro dentro de cada movimento, Gisele passou a anunciar aos ventos de Starian que estava copulando com um gigante dourado. Sua garganta o fazia involuntariamente, seu peito se movia com os movimentos guiados pelo Stariano invasor e seu coração batia na intensidade do momento.
Gisele não pensava em escapar, mas se questionava como conseguiu ponderar o nervosismo quando o pedido do Stariano era apenas se fazer dele, por ele e com ele. A eternidade era alimentar o seu vínculo e para ela, ela alimentar o seu amor. E ele nunca se negou a isso e, agora, estava alucinadamente f0dend0-a com a força vital do Stariano dentro de si. Ele a queria!
Darius cerrou os dentes, rosnou como um animal e envolveu seus braços. Ele desejou repetir isso inúmeras vezes, tanto que lhe doía. Agora, apenas desejava marcá-la como sua. E admirava todo o momento que estava sob seus olhos. Os barulhos de prazer da humana eram para ele um alimento, aquilo o dava prazer e ansiava suas vontade de se derramar.
Vê-la entregue para si, dominada sob si, era melhor do que qualquer sensação de perda. Sua natureza não desejava desfazer a merda do vínculo! Nunca desejou! Até exitou ao tomar o antídoto mesmo sabendo que aquilo custaria a vida dos dois, porque era exatamente isso o que ele desejava. Se o ciclo de Gisele encerrar, ele partiria com ela. Assim como quando o dele se encerra, ela se partiria com ele. E assim deve ser! Gisele é e sempre será dele!
Então ele a prendeu, curvou-se o suficiente para mantê-la firme e invadiu-lhe o meio enviando tudo o que tinha de si, para ela. E Gisele se atracou à ele, cerrou os dentes e deixou suas garganta despontar o que a invasão lhe fazia. Era insano, um pouco dolorido, mas mesmo que não fosse de uma forma humana, ela sentia prazer ao tê-lo dentro de si.
O seu meio o recebeu, se abriu e sentiu toda a extensão do m****o forçar sua a******a e enterrar as bolas cheias dentro de si. O enxame do caldo prazeroso de Darius se expeliu de imediato, enchendo-a por dentro. Ela olhou em seus olhos, tentou respirar como uma pessoas normal, sentiu seu corpo tremer, mas abriu a boca ao sentir todo o seu meio se completando. E Darius, mantinha os dentes cerrados, tinha duas veias sobrepondo suas testa e Gisele sequer conseguia se movimentar, presa ao Stariano.
Ele tinha muita da sua semente para colocar dentro dela. Muita. Então, quando sentiu que seu alívio começava o tomar, ele a soltou um pouco de seu aperto, moveu seu quadril e Gisele gritou com a saída bruta. Enquanto ele a gentilmente a depositava deitada sob a esteira e respirava como um esportista, de joelhos, observou a humana tentar recuperar seus batimentos, respiração e fôlego.
Era prazeroso para ele vê-la entregue.
Ele relaxou a mandíbula, olhou para baixo e viu se banhado em branco, enquanto admirava o meio da f***a rosada, molhada e eliminando um pequeno fio branco dentre suas pernas, involuntariamente. Ele esticou o braço, colocou a mão aberta no vidro que deveria ser uma cascata e se apoiou para respirar fundo, enquanto mantinha seus olhos firmes nas pernas molengas da humana e a sua semente vazando.
Não era nojento. Era lindo! Era sua parte dentro de sua fêmea. Era o símbolo mais precioso do que ele sentia por ela. Futuramente, seriam uma única carne, mas esta ainda teria vida própria. Aquilo, para ele, era o ápice do que sentia por ela. Vê-la sem forças por ele, entregue á ele e somente dele.
Logo, ele respirou fundo, viu Gisele tomar as forças de suas pernas de novo e controlar sua respiração. Ele a observou com cuidado, tocou na ponta de seus joelhos e esperou que ela se acalmasse.
— O que foi?— perguntou baixo, dobrando seus braços sobre seus s***s, notando o Goldarx observador e sério.
— Eu estou admirando a humana.
— Como da primeira vez?
— Mais do que da primeira vez. A humana é a personificação da perfeição quando está entregue aos meus toques, à minha possessão e ao vínculo. E eu não quero que tenha dúvidas, porque se tiver, a trancarei em território perigoso e a tomarei até esgotá-la. Viverás da minha semente até me aceitar! — Ele cerrou os dentes e Gisele conseguiu ter forças para rir. — Diga-me o que há de engraçado? zombas de meu apreço pela humana?
— Não tenho dúvidas. — Ela foi firme. — Mas me trancar com você e fazer eu viver de p*u não é uma má idéia. Eu não tenho medo de você e não quero sonhar que fará o experimento com outra. — Ela fez uma pausa e reafirmou. — Eu não tenho dúvidas.
Darius sorriu um tanto ladino, e Gisele engoliu devagar, sentiu uma tensão pairar no ar e um alerta de perigo surgiu sorrateiramente em sua cabeça. Darius não era do tipo que sorria abertamente, mas havia um sorriso tentador e perigoso no canto de seus lábios. E quando ela menos esperou, ele deu o comando:
— Modo vermelho. Isolamento de proteção máxima. Comando Goldarx Darius, Capitão. — A casa passou a emitir alguns barulhos e Gisele se sentou, olhou ao redor e começou a seguir o barulho sonoro.
— Ativando o modo vermelho com isolamento de proteção máxima. — Uma voz automática surgiu e em seguida Gisele observou a cápsula obter vida própria.
Paredes de metal passaram a cobrir a entrada e os pontos de saída de luz, assim como os reforços de teto. Um aço extremamente grosso tampou-os de ponta a ponta. A parede de vidro ao seu lado, que antes era uma cascata que funcionava também foi tampada por uma parede de aço, até que a cápsula foi lentamente coberta por uma enorme escuridão. Quando o barulho se acabou, uma luz emergencial foi ativada, mas apenas na cor vermelha. Gisele respirou um pouco assustada, e mesmo nua tentou se aninhar a Darius, até que o silêncio reinou e nada aconteceu.
Quando ela menos percebeu, acuada contra o corpo do Stariano nu, ele beijou o topo de sua cabeça e a fez olhar para cima.
— O que está acontecendo?
— Disse que não tinha dúvidas, mas me permitiu trancá-la. — Ela o observou quieta, piscou desacreditada e continuou o observando. — É a prova de Stariano. Galak terá que usar uma pequena tropa para derrubar o mecanismo de fora para dentro.
— E de dentro, como faz? — O coração de Gisele se acalmou, enquanto Darius se aproximava de seu rosto e a fazia se deitar de novo.
— Não te interessa. Você me deu permissão para te prender, não questionou a liberdade quando o fez. — Gisele sorriu e aceitou os lábios de Darius contra o seu, e se permitiu um período sob o vínculo de Starian, presa sob as ordens que o Stariano impôs.
Por quanto tempo ela não sabia, mas viveria de certeza e do vínculo, mesmo que ela não achasse que os deixariam ficar presos ali por muito tempo. Ela amava Darius e não queria mais passar pelo processo de quase morte para enxergar isso. Ela o amava!