Eu andava de um lado para o outro na sala principal como um animal enjaulado. Cada passo ecoava no mármore frio, pesado, quase violento. O relógio na parede marcava os minutos que pareciam horas. Taynara tinha saído há quase quarenta minutos para “conversar” com aquele merda do namorado. E Diego ainda não atendia p***a nenhuma. — Atende, c*****o! — rosnei pela décima vez, olhando para o celular. Matteo estava sentado no sofá, pernas cruzadas, tentando manter a compostura. Mas eu conhecia o italiano. Ele também estava tenso. Só disfarçava melhor. — Aleksandr, senta — ele disse, com voz controlada. — Você andando assim não vai fazer ela voltar mais rápido. — Eu não consigo sentar! — explodi, passando a mão no cabelo loiro. — Ela saiu daqui pra terminar com aquele filho da p**a e agora n

