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CONTRATO

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SINOPSE – CONTRATO

Eles não são irmãos.

Não são parentes.

Mas são uma família.

Aleksandr, Matteo e Diego construíram impérios em países diferentes, dominando negócios que sobrevivem nas sombras. Unidos por poder, lealdade e desejos que poucos compreenderiam, eles compartilham tudo.

Agora, querem mais.

Querem uma mulher.

Não uma amante passageira.

Não uma distração temporária.

Uma escolhida.

Alguém que aceite exclusividade.

Que suporte a intensidade de três homens que não competem entre si — porque pertencem uns aos outros.

Alguém capaz de gerar herdeiros e assinar um contrato que vai muito além de papel e tinta.

No Brasil, em uma mansão recém-adquirida, eles pretendem encontrar alguém disposta a tudo.

O que não esperavam era que a candidata perfeita já estivesse dentro da casa.

E quando três homens acostumados a controlar tudo encontram algo que desejam…

a negociação deixa de ser simples.

Alguns contratos não oferecem apenas luxo e proteção.

Oferecem poder. Prazer. E posse.

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TAYNARA - A CASA
💌 Oi, minhas leitoras 💕 Pra quem não me conhece, sou Cristiane — Crisfer. Sou casada, mãe de três e completamente apaixonada por escrever. Inclusive, já tenho outras obras aqui na plataforma 💖 Quero agradecer de coração por vocês estarem aqui lendo Contrato. Isso significa muito pra mim. Esse livro contém cenas intensas, incluindo conteúdo adulto e situações que podem ser gatilho pra algumas pessoas. Lembrem-se que é uma obra de ficção, nada aqui é baseado em fatos reais. Eu posto sempre que posso, quase diariamente… mas quando a inspiração não vem, eu respeito meu tempo pra entregar algo que vocês realmente merecem. Obrigada por estarem comigo nessa história 💕 Vamos lá! — Eu nunca tinha segurado uma chave tão pesada na minha vida. E olha que já segurei muita coisa pesada — sacola de feira lotada de legumes, balde com roupa encharcada, botijão de gás que meu pai dizia que eu não aguentava carregar (aguentei, sim, senhor). Mas aquela chave… aquela chave tinha um peso diferente. Não era de ferro. Era de responsabilidade. Meu primeiro emprego de carteira assinada. Taynara Lopes, 18 anos, finalmente oficialmente empregada. Eu queria rir, chorar, ligar pra minha mãe, tirar foto da carteira de trabalho assinada e postar na rede social com um textão sobre superação. Mas me controlei. Eu precisava manter a postura. A moça da agência tinha falado com tanta seriedade que parecia que eu estava assumindo um cargo na presidência da República. — É uma oportunidade única, Taynara. Confiança é tudo nesse tipo de trabalho. Confiança. Eu olhei para o portão enorme diante de mim e respirei fundo. Aquilo não era uma casa. Era uma mansão. E eu não estava exagerando. O muro alto, o portão automático preto, as câmeras nos cantos, o jardim imenso ainda meio descuidado… eu dei dois passos para trás só para enxergar melhor a fachada. Cinco quartos, pensei. No mínimo. Eu ri sozinha. Cinco quartos já seria absurdo para alguém que cresceu dividindo o mesmo quarto com os pais até os quinze anos. Abri o portão com a chave que a agência tinha me dado. O barulho metálico ecoou estranho no silêncio da rua. Não tinha vizinho curioso, não tinha cachorro latindo, não tinha criança brincando. Era um bairro silencioso demais. Eu atravessei o jardim ainda meio sem graça, como se alguém pudesse aparecer e dizer: “Ei, você entrou na casa errada.” Mas não. Era ali mesmo. A porta principal era de madeira escura, enorme, com um puxador dourado que parecia coisa de novela das nove. Minhas mãos suavam. — Primeiro dia, Taynara. Não paga mico. Girei a chave. Quando a porta se abriu, eu fiquei parada. O eco do vazio me recebeu primeiro. Depois veio a visão. Eu não sei explicar exatamente o que eu senti. Acho que foi uma mistura de susto com encantamento. A sala era gigantesca. Pé direito alto, janelas enormes, piso que brilhava mesmo sem móveis. Vazia. Completamente vazia. Meu tênis fez um barulho tímido quando entrei. — Meu Deus… — eu sussurrei. Eu fui andando devagar, como se tivesse medo de quebrar alguma coisa invisível. Toquei a parede. Passei a mão pelo piso. Eu nunca tinha pisado num lugar assim. E eu que achei que eram cinco quartos. Iludida. Lembrei do envelope. A moça da agência tinha me entregado junto com a chave. “Todas as instruções estão aqui.” Eu sentei no chão mesmo — porque não tinha sofá — e abri o envelope. Dentro havia folhas organizadas e… um mapa. Um mapa da casa. Eu comecei a ler. “Sete quartos.” Eu arregalei os olhos. “Suíte master com closet e banheiro duplo com banheira de hidromassagem.” “Oito banheiros.” “Três salas principais.” “Duas salas auxiliares.” "Duas cozinhas." “Escritório.” “Biblioteca.” “Área gourmet.” “Piscina.” "Lavanderia." "Dependências dos Empregados." Eu levantei o olhar lentamente para o espaço ao meu redor. Quem precisa de oito banheiros? Eu quase ri de nervoso. O serviço era claro: limpar tudo. Cada cômodo. Cada detalhe. Em uma semana. No oitavo dia, os móveis chegariam. E junto com eles, o dono. Eu respirei fundo. — Tá tudo bem, Taynara. Você já limpou coisa pior. Mas nunca desse tamanho. Nos primeiros dias eu me senti uma formiguinha. Eu acordava cedo, chegava antes das oito, organizava meus materiais de limpeza como se fosse entrar em guerra. E era. Poeira acumulada nas janelas, marcas no piso, armários vazios que precisavam ser higienizados, vidros altos que eu precisei subir em escada para alcançar. No segundo dia eu descobri que a casa tinha uma varanda no segundo andar que dava para a piscina. No terceiro, encontrei um pequeno jardim interno que eu nem tinha visto no mapa direito. Eu andava com o papel na mão como se fosse uma exploradora desbravando território. No quarto dia, minhas pernas doíam tanto que eu pensei em desistir. Mas eu não podia. Era meu primeiro emprego registrado. Minha mãe quase chorou quando eu contei. — Filha, agora é estabilidade. Estabilidade. Eu precisava fazer dar certo. No sexto dia eu já sabia o caminho de olhos fechados. Sabia onde cada interruptor ficava, onde a luz do corredor demorava dois segundos para acender, onde o eco era mais forte. A casa já não parecia tão assustadora. Só grande demais. No sétimo dia, eu terminei a última janela. Eu fiquei no centro da sala principal, olhando ao redor. Limpa. Brilhando. Cheirando a produto de limpeza. Eu senti um orgulho que quase me fez sorrir sozinha. Eu consegui. No oitavo dia, como nas instruções, os caminhões começaram a chegar. E era caminhão que não acabava mais. Sofás enormes, camas king size, mesas de madeira maciça, quadros, lustres, tapetes caros que eu nem sabia pronunciar o nome. Eu ajudei a orientar onde cada coisa deveria ir, seguindo as instruções detalhadas do envelope. O mapa agora tinha marcações sobre a posição dos móveis. “Quarto 1 – Cama centralizada.” “Quarto 2 – Cabeceira voltada para a janela.” “Suíte master – Tapete abaixo da cama.” Eu me sentia parte de algo grande. Cansada, sim. Mas orgulhosa. Já era noite quando o último caminhão foi embora. Eu ainda estava no segundo quarto do corredor esquerdo, organizando a cama. Já tinha deixado a suite master impecável. Puxei o edredom para alinhar melhor. Ajustei os travesseiros. Passei a mão para tirar uma marca invisível que provavelmente só eu enxergava. Meu estômago roncou. Eu tinha esquecido de comer. De novo. — Depois eu como — murmurei. Eu estava exausta. Minhas pernas doíam, meus braços pesavam, minha cabeça latejava. Mas eu queria terminar aquele quarto. Eu queria que estivesse perfeito. Foi então que eu ouvi. O som de motores. Não eram caminhões. Era diferente. Mais grave. Mais… sofisticado. Eu caminhei até a janela da suite master que dava pra entrada da mansão e afastei a cortina. Três carros esportivos. Caríssimos. Eu não entendo de carro, mas até eu sabia que aquilo não era coisa acessível a qualquer um. Os carros estavam brilhando sob a luz amarela do poste, pintura impecável, design agressivo. Meu coração deu um pulo. O dono. Ou… donos? Eu engoli seco. Eu não sabia nada sobre ele. Só que era alguém importante. Reservado. Que confiava na agência. As portas dos carros se abriram quase ao mesmo tempo. Três homens saíram. Eu congelei. Eles não pareciam reais. Eu sei que parece exagero, mas foi a primeira coisa que pensei. O primeiro era loiro. Alto. Ombros largos. O cabelo claro contrastando com o terno escuro. O segundo, moreno, pele mais bronzeada, expressão séria, postura firme. O terceiro, de cabelo escuro, traços marcantes, olhar que mesmo de longe parecia intenso. Eles se moviam com segurança. Como se o mundo abrisse espaço para eles passarem. Meu coração começou a bater mais rápido. — Calma, Taynara. É só cansaço. Eles entraram pelo portão como se já conhecessem cada centímetro da casa. Eu dei dois passos para trás. Eu ainda estava no segundo andar. Sozinha. A casa, que antes parecia enorme demais, agora parecia pequena. O som da porta principal se abrindo ecoou pela mansão. Passos. Firmes. Graves. Eu engoli em seco. Talvez eu devesse descer. Talvez eu devesse me apresentar. Mas minhas pernas pareciam presas no chão. Os passos começaram a subir a escada. Um. Dois. Três conjuntos de passos. Eu senti um arrepio percorrer minha espinha. Eles apareceram no corredor. Os três. De perto, eram ainda mais… impressionantes. Não era só beleza. Era presença. Era algo que preenchia o espaço. O loiro passou a mão pelo cabelo, olhando ao redor como se analisasse cada detalhe. O moreno observava as paredes. O terceiro… me viu. Eu não consegui respirar direito. Eles pararam diante de mim. Eu devia dizer alguma coisa. “Boa noite.” “Sejam bem-vindos.” “Eu sou Taynara.” Mas nada saiu. Eu só fiquei ali, segurando a ponta do edredom como se fosse um escudo. O loiro inclinou levemente a cabeça. O moreno trocou um olhar com ele. O terceiro deu um passo à frente. Meu coração estava tão acelerado que eu pensei que fosse desmaiar. — Você deve ser… — ele começou. Eu tentei responder. Mas o corredor começou a girar. A luz pareceu forte demais. O som distante. Eu pisquei. Uma vez. Duas. Eles estavam cada vez mais próximos. Talvez fosse exaustão. Talvez fosse fome. Talvez fosse o fato de que três homens absurdamente perfeitos estavam me encarando como se eu fosse parte da mobília nova. Ou talvez eu estivesse mesmo vendo uma miragem. Porque aquilo não podia ser real. Eu senti minhas pernas falharem. O teto girou. O último pensamento que passou pela minha cabeça foi: “Eu devia ter comido algo hoje.” E então tudo ficou preto. 💌 Rede Social: @crisfer_autora

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