Eu estava parado ali, só de cueca boxer preta, o p*u latejando de tanto que doía. A cabeça já havia vazado tanto pré-g**o que a frente da cueca estava molhada do líquido transparente. E não era à toa. Taynara estava praticamente nua diante de nós três. Diego e eu tínhamos tirado a camiseta e o short dela com cuidado, mas deixamos a calcinha e o sutiã. Agora, na banheira enorme da suíte master de Aleksandr, ela estava mergulhada até o peito na água fria. O russo a segurava com um braço forte por baixo das costas, o corpo grande e musculoso dele contrastando absurdamente com o dela, tão pequeno e delicado. Mesmo não sendo o mais cuidadoso de nós, Alek era o maior — era mais seguro que fosse ele a segurar ela. Os olhos dela abriam e fechavam devagar, perdidos no delírio da febre. Murmurava

