— Mia ? Bryan acha por ela em desespero ao sentir um leve movimento dela. O mundo de Bryan tinha sido reduzido a cinzas frias nos últimos dias. Cada batimento cardíaco era um eco do pavor que o consumia. Ele sentia o peso da coroa de Alfa, o peso das vidas que dependiam dele, e o terror paralisante de quase perder a única pessoa que dava significado a tudo. Agora, de repente, tudo mudou. Foi um clarão prateado que irrompeu, não apenas do seu corpo, mas da própria água, como se o líquido tivesse sido tocado pela varinha da Deusa da Lua. O veneno que a aprisionava, que roubava sua luz, agora estava sendo forçado para fora, em ondas de névoa escura que se dissolviam instantaneamente ao tocar a superfície. Os dedos tremeram. Os olhos se abriram apenas um pouco, revelando um brilho pratead

