Bryan observava, cada músculo do seu corpo tensionado como a corda de um arco. A visão de Mia nadando, inocente e graciosa na água prateada, deveria ser serena. Mas a presença de Daemon ao seu lado transformava a cena em algo perigoso, um momento frágil prestes a se quebrar. A aura do Alfa romeno era um campo magnético de intenções não veladas, e o olhar que ele dirigia a Mia não era de mera apreciação estética. Era um estudo, uma avaliação de algo que ele já considerava seu por direito ancestral. Era o olhar de um conquistador para uma terra prometida. Então, Daemon se moveu. Não foi um movimento abrupto, mas uma decisão fluida e silenciosa, como o deslizar de uma sombra. Ele deu um passo à frente, saindo da mancha escura, seus olhos fixos na figura distante de Mia. Foi esse movimento,

