Cesar e Valéria se aproximavam do navio de Sabryna ancorado em alto mar, não parecia ter ninguém nele, porém, tomavam todo cuidado possível, pois, temiam que o pior fosse acontecer. — Eu vivi para ter medo de uma garota p***e do interior da Bahia — disse Valéria. O Allogaj das luzes encarou a Allogaj das trevas com o cenho franzido. — Essa garota p***e do interior da Bahia é mais poderosa do que você e eu juntos — falou Cesar nada contente com o que Valéria acabara de comentar. — Pensei que você tinha deixado os seus preconceitos de lado, Valéria. Eu não iria te perdoar se você destacasse a cor dela. — Eu não sou racista, i****a, e você nem deixou eu continuar. Eu quis dizer que não tenho medo de nada, não tive medo nem dos Treumilas que são o que são, e estou com medo de Sabryna —

