Capítulo 57

3151 Words

Leiane estava na proa do navio, apesar de não ver nada devido à escuridão da noite, e de sentir muito frio, mas ela se obrigava a permanecer ali. Karen se aproximou dela a esfregar os braços. — Leiane? Você não disse que não gostava do mar à noite? — perguntou ela. — E não gosto — respondeu a garota. — O mar é perigoso e fica bem pior quando não podemos vê-lo. — Então, o que faz aqui, doida? — Às vezes, é bom olharmos para a cara do perigo, ele existe, mas o medo é coisa da nossa cabeça. Para nós, o medo torna o perigo o dobro do que ele é de fato. — Nossa! Gostei das sábias palavras. — Boas, não são? Mas não foi ideia minha. — Foi da Sabryna? — Digamos que... Ela me indicou os livros certos. Karen continuou ali, olhando para o nada junto à Leiane. — Por que veio me p

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