JERICHO Não é muito depois de termos adormecido que sou acordado pelos murmúrios de Isabelle. Ela se debatendo e girando. Abro os olhos e observo. Ouço. Seus olhos estão fechados, mas seus lábios estão se movendo, algumas palavras não são claras, outras me deixam com uma dica do que é o pesadelo. — Christian. — diz ela, a testa enrugando, a pele ao redor de seus olhos ficando molhada. Seu braço se estende e ela tenta agarrar alguma coisa, então ela cai para o lado dela. Por um momento, ela parece voltar a dormir, mas depois começa de novo. Desta vez, é um pânico total. Um gemido baixo vem de dentro de sua garganta. É o som de alguém tentando gritar, mas esse grito está preso. Eu conheço esses pesadelos. O terror deles. — Isabelle. — eu digo suavemente. Eu não toco nela ainda. — Não. N

