JERICHO — p***a. Desço no pequeno barranco onde Isabelle está imóvel, de olhos fechados. — Isabelle? Nenhuma resposta. Eu me agacho ao lado dela e vejo seu peito se mover para cima e para baixo. Eu a olho antes de tocá-la. É apenas uma queda de um metro, mas ainda assim. Braços e pernas estão em ângulos normais. Eu a sinto, nada parece estar quebrado. Quase nenhum sangue, exceto por alguns arranhões e o corte em sua canela, que parece já estar se fechando. Ela deve ter conseguido isso antes. — Isabelle? Você pode me ouvir? — Eu gentilmente levanto sua cabeça para sentir a parte de trás dela. Murmuro uma maldição enquanto olho para a mancha de sangue na palma da minha mão. Embora não esteja sangrando muito. Eu a levanto e estou aliviado por ela ter aterrissado como ela fez. A rocha a

