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O Dono do Morro

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intro-logo
Blurb

Um garoto que tinha tudo e derrete não tem mais nada .

Do outro lado um cara que acha que tem tudo mais mal, sabe ele que não tinha nada até conhecer seu garoto.

Venham descobri esse universo cheio de loucuras , amores, ciúmes e algumas coisas além.

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prólogo
EU NÃO SOU VIADO PORRA. - Ele gritava ainda segurando meus braços que com toda certeza ficaria a marca dos seus dedos, olhando dentro dos meus olhos. - NÃO GRITA COMIGO E ME SOLTA SEU, MERDA, ESTÁ ME MACHUCANDO. - Gritei sentindo o ódio tomar conta de mim. - Você fala baixo comigo, c*****o, não sou os machos que te comem, sua putinha.-Ele me encostou na parede e ficou me olhando, seus olhos ferviam de raiva. - Me respeita porra. - Eu tentei sair, mas não consegui, por que ele era mais forte do que eu. - O que é, tá tentando fugir de mim sua bichinha? - Ele chegou mais perto ainda. - Me larga Caio. - Avisei. - Se não vai fazer o quê? - Ele mordeu seu lábio inferior e ficou me olhando. - Caio tá me machucando seu filho da puta . - Nessa hora ele me deu um, tapa que ardeu e senti meu rosto ficar quente. Se ele não tivesse segurando o outro braço eu teria caído. - Respeita minha mãe, ela não é da sua laia. - Voltei a olhar para ele. - Tem razão Caio! E quer saber, eu vou voltar pro baile e quando eu voltar lá vou transar com o primeiro que chegar até mim. - O seu rosto estava com ódio novamente sua pupila dilatou seu rosto ficou vermelho, eu podia ver as veias do seu pescoço saltarem. - SE VOCÊ OUSAR DEIXAR ALGUM FILHA DA PUTA OU PIRANHA TE TOCAR EU MATO ELE, OU ELA E DEPOIS MATO VOCÊ. - Ele me soltou e ficou apontando o dedo na minha cara, gritando igual um louco. Logo em seguida ficou andando de um lado pro outro. - O que tem demais? Eu não sou só um viado, bichinha, e qual é outra palavra? Ah me lembrei, putinha, para você então irá provar! - Ele ficou parado me olhando com raiva. - Não me provoca moleque, sabe que não vai aguentar. - Ele me segurou pelo cabelo fazendo minha cabeça ir para trás, doendo bastante. Ele começou a beijar meu pescoço. - Sabe que não gosto de ser provocado. - Ele falava ainda beijando meu pescoço. - E não gosto de imaginar outra pessoa te tocando. - - Caio par...a, para. - gaguejado - Você tá gostando. - Ele me olhou e voltou a beijar e chupar meu pescoço. - Chefia tá aí? - Um rapaz grita não tão alto. - O que você quer c*****o? - Ele gritou de volta. - É que a Graciele está atrás do senhor chefia. - Manda ela se fode tô ocupado e não vem aqui.- EU NÃO SOU VIADO PORRA. - Ele gritava ainda segurando meus braços que com toda certeza ficaria a marca dos seus dedos, olhando dentro dos meus olhos. - NÃO GRITA COMIGO E ME SOLTA SEU, MERDA, ESTÁ ME MACHUCANDO. - Gritei sentindo o ódio tomar conta de mim. - Você fala baixo comigo, c*****o, não sou os machos que te comem, sua putinha. - Ele me encostou na parede e ficou me olhando, seus olhos fervem de raiva. - Me respeita porra. - Eu tentei sair, mas não consegui, por que ele era mais forte do que eu. - O que é, tá tentando fugir de mim sua bichinha? - Ele chegou mais perto ainda. - Me larga Caio. - Avisei. - Se não vai fazer o quê? - Ele mordeu seu lábio inferior e ficou me olhando. - Caio tá me machucando seu filho da puta . - Nessa hora ele me deu um, tapa que ardeu e senti meu rosto ficar quente. Se ele não tivesse segurando o outro braço eu teria caído. - Respeita minha mãe, ela não é da sua laia. - Voltei a olhar para ele. - Tem razão Caio! E quer saber, eu vou voltar pro baile e quando eu voltar lá vou transar com o primeiro que chegar até mim. - O seu rosto estava com ódio novamente sua pupila dilatou seu rosto ficou vermelho, eu podia ver as veias do seu pescoço saltarem. - SE VOCÊ OUSAR DEIXAR ALGUM FILHA DA PUTA OU PIRANHA TE TOCAR EU MATO ELE, OU ELA E DEPOIS MATO VOCÊ. - Ele me soltou e ficou apontando o dedo na minha cara, gritando igual um louco. Logo em seguida ficou andando de um lado pro outro. - O que tem demais? Eu não sou só um viado, bichinha, e qual é outra palavra? Ah me lembrei, putinha, para você então irá provar! - Ele ficou parado me olhando com raiva. - Não me provoca moleque, sabe que não vai aguentar. - Ele me segurou pelo cabelo fazendo minha cabeça ir para trás, doendo bastante. Ele começou a beijar meu pescoço. - Sabe que não gosto de ser provocado. - Ele falava ainda beijando meu pescoço. - E não gosto de imaginar outra pessoa te tocando. - - Caio par...a, para. - gaguejado - Você tá gostando. - Ele me olhou e voltou a beijar e chupar meu pescoço. - Chefia tá aí? - Um rapaz grita não tão alto. - O que você quer c*****o? - Ele gritou de volta. - É que a Graciele está atrás do senhor chefia. - Manda ela se fude tô ocupado e não vem aqui.-

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