PONTO DE VISTA DE EMILIA As palavras saíram da minha garganta antes que eu conseguisse impedi-las. — C–como isso pode ser culpa minha? — Sussurrei, minha voz tremendo de medo e confusão. — Por que você me tem amarrada aqui? O que você quer comigo? A mulher não respondeu imediatamente. Ela apenas ficou ali, sua presença pressionando sobre mim como uma onda de ar frio. Então ela se inclinou, e mais uma vez seus dedos deslizaram pela minha bochecha. Seu toque fez cada nervo do meu corpo se contrair. — Você nem sabe — Ela murmurou, quase desapontada. — Você nem entende o tipo de poder que possui. Sua mão permaneceu em meu rosto, suas unhas traçando levemente sobre minha pele como se estivesse me examinando, me estudando, saboreando a tensão tremendo sob minha carne. Então ela se aproxim

