Ponto de Vista de Emilia O som de pedra se partindo rasgou o ar. Não conseguia respirar. Não conseguia pensar. Não conseguia me mexer. O braço da b***a se estendeu e a corrente que prendia seu outro pulso se soltou da parede com um estrondo ensurdecedor. O quarto tremeu com a força, poeira e fragmentos de pedra chovendo do teto. Meu coração batia tão forte contra minhas costelas que doía, cada batida, um tambor frenético gritando a mesma palavra incessantemente: Fuja. Mas eu não podia. A porta não era uma opção. Um movimento dessas correntes, e eu seria esmagada antes de dar dois passos. As paredes se fechavam ao meu redor, sufocando, pressionando, fazendo o quarto parecer um túmulo já esculpido para mim. A b***a agora se erguia mais alto, braços monstruosos pingando sangue onde as

