Reúno forças com esse pensamento e o coloco contra a janela. Eu empurro o máximo que posso e a janela m*al se move mais um centímetro, então continuo empurrando. Preciso de pelo menos alguns centímetros a mais se quiser sair para a varanda. As vozes ficam mais altas. — Vamos, vamos, droga... Eu rosnei. — Eu estou quase conseguindo.... E a janela se abre mais alguns centímetros. Claro que sim! Tenho que resistir à vontade de gritar em comemoração. Agora, se isso é o suficiente. Eu deslizo pela janela e pouso na pequena varanda. O meu batimento cardíaco é tão forte que posso ouvi-lo batendo nos meus ouvidos enquanto examino o resto da descida. A série de varandas que compõem a fachada posterior do edifício oferece-me uma escada irregular, perfeita para descer. Dou um passo à frente

