ARTE Fazemos amor ao luar que se filtra pela janela. Suave, lento e silencioso, para não perturbar Cillian no sofá. Esme solta um gritinho desesperado ao gozar. Quando chega a minha vez, enterro a minha boca na sua garganta e explodo dentro dela. Eu daria qualquer coisa por esta mulher. Pela criança que cresce dentro dela. Eles significam tudo para mim. Quando as nossas respirações se acalmam, Esme se vira para mim e suspira profundamente. — Foi incrível. Ela diz, traçando as minhas tatuagens, como faz todas as noites antes de dormirmos. — Ao seu serviço, senhora. Ela ri um pouco, sua risada suavizada pela sonolência. — Eu gosto de Cillian. Ela diz. — Gosta? Eu respondo. — Aparentemente, o sentimento é mútuo. — O que ele te falou? Ela pergunta. Por um momento, ela parece um pouc

