— Eu quero passar por uma farmácia. Eu digo. Ele franze a testa. — Por quê? Os meus olhos se arregalam enquanto eu olho para ele. — Você quer que eu lhe dê uma explicação detalhada dos meus problemas como mulher? Ele parece instantaneamente estranho. Tenho que resistir à vontade de rir. É a maior expressão que ele mostrou o dia todo. — Ok, vamos parar numa farmácia. Ele acena. — Mas você só tem dez minutos. Quando chegamos à farmácia, corro para dentro enquanto Olhos Azuis fica parado na entrada. Grata por alguns momentos de privacidade, sigo até o balcão da farmácia, parando em frente à corpulenta senhora atrás de uma divisória de vidro. — Como posso ajudá-la, querida? Ela pergunta sem nem olhar para mim. Os meus dedos tremem um pouco, mas os entorpeço e os forço a voltar à estabil

