Theodred abriu a porta antes que Gisella tivesse chance de batê-la, e foi logo recebendo a garota com um beijo e um abraço. Em seguida, a puxou para o quarto e encostou a porta. — Por onde você andou? Senti tanto a sua falta! — Falou Theodred tocando a face dela com uma mão e abraçando a sua cintura com a outra. — Não importa. Estou aqui agora, não estou?! — Disse Gisella. — Sim, está. — Falou Theodred sorrindo e tornou a beijá-la com amor. Seu toque era carregado de luz e carinho, tão diferente do de Hendrik que era desesperado e malicioso. A forma como Theodred tocava Gisella não despertava paixão nela, só um sentimento de confiança e paz, mais ou menos como se estivesse sendo tocada por um anjo. Não sentia necessidade de se entregar a ele, mas tinha consciência de que por ser um hom

