cap 32 conversa

1404 Words
Cecília O Guto saiu daqui de casa faltando poucos minutos para as seis, falou que combinou de ir buscar o avô no bingo. Aproveitei que ele caiu fora e fui tomar um banho, eu estava precisando urgentemente lavar o meu cabelo. Depois que terminei, escolhi uma roupa simples e confortável e fui secar o meu cabelo. Escutei a campainha tocar e fui atender. Abri a porta e vi o Palhaço paradão lá com mó cara de tacho. Eu já tinha até me esquecido de que ele iria vir aqui hoje pra conversar comigo. — Entra aí — falei e ele foi indo se sentar no sofá. — Cadê a tia? — Vai chegar mais tarde hoje. O silêncio se fez presente e o sonso ficou encarando o chão enquanto estralava os dedos. — Por quê ficou justo com ela em? — perguntei quebrando o silêncio. — Tecnicamente eu não fiquei com ela. — Tecnicamente? — Sim. Ela chegou lá falando que precisava resolver um assunto da casa que ela tinha alugado, mas aí ela começou a se jogar pra cima de mim... — Aí você foi e transou com ela. — Não transei com ela. — Não? — Não, mas ela me pagou um... ah, você sabe — ele falou e eu tentei entender até que saquei o que ele queria dizer. — Tu tava era necessitado, isso sim. Tanta mulher de sobra nesse morro... — Sei nem o que te falar mais, papo reto. Mó constrangedor falar dessas paradas com você. — Já te falei que não ligo pras garotas que você fica, só fiquei chateada por ser a Loira. — Tô ligado, sei que errei feio apesar de não ter ficado com ela. Mas você não tá com essa moral toda não, gata. Tu ficou com o LC, e tu sabia que eu e o LC nunca se batemos. — Primeiramente eu nem sabia que ele era o LC, vim saber bem depois, ao contrário de você que sabia muito bem de todo o meu rolê com a Loira e mesmo assim se submeteu a fazer o que fez. Digamos que estamos quites por esse motivo... E pra te falar a verdade eu não me arrependo de ter ficado com ele. — Como é que é, Cecília? — O cara é bom de papo. Falta um pouco mais de pegada?... Falta, mas isso aí vai melhorando com o tempo — falei me levantando do sofá. — É? — perguntou se levantando vindo em minha direção enquanto eu me afastava dele. — Nem adianta correr agora. Só foi o tempo dele fechar a boca e eu correr em direção ao meu quarto. Tentei fechar a porta mas ele colocou o pé impedindo e entrando em seguida. — Duvido que o beijo dele é melhor que o meu, ou é? — perguntou colocando sua mão no meu pescoço e o apertando levemente. — Depende — falei e ele apertou um pouco mais forte, me fazendo soltar um gemido baixo. — Você sabe que não é, só tá se fazendo — soltei um riso e ele aproximou os nossos rostos fazendo com que o meu lábio encaixasse ao dele. O beijo começou lento, porém foi se intensificando. Nem percebi o momento que começamos a andar em direção à cama, só senti o meu corpo se chocando contra a cama macia. O Palhaço focou em distribuir beijos pelo meu pescoço e deixando leves chupões por aquela área. Minha mão adentrou pela sua camisa e eu comecei a arranhar suas costas largas. Logo trocamos a nossa posição e eu me sentei no colo dele. Tirei a camiseta larga que eu estava usando, revelando o meu sutiã rendado de cor preta. O Palhaço colocou suas mãos em meus s***s, os apalpando e me fazendo gemer pelo contato. Ele se inclinou o suficiente pra conseguir tirar a sua camiseta e logo após abriu o fecho do meu sutiã, deixando os meus s***s totalmente expostos. O mesmo começou a abocanhar meus p****s e eu aproveitei para dar aquela leve rebolada em seu colo. Me levantei de cima dele e puxei sua bermuda juntamente com a sua cueca, revelando o seu p*u totalmente duro. Tirei o shorts que eu usava e fui por cima dele, distribuindo beijos por todo o seu corpo até chegar em seu m****o. Segurei seu p*u firmemente e passei minha língua por toda sua extensão, dando uma sugada em sua cabecinha vendo ele revirar os olhos de prazer. O Palhaço fez um r**o de cavalo desajeitado em meu cabelo, me dando apoio enquanto ele estava em minha boca. Não demorou até que o mesmo gozasse. — Gostosa do c*****o — falou ofegante enquanto me encarava. Me levantei e ele me puxou novamente para a cama, me fazendo deitar. Senti ele puxar a minha calcinha para baixo, e em seguida sua língua entrou em contato com a minha b****a. Ele começou a fazer movimentos circulares em meu c******s, fazendo o meu corpo ter um leve espasmo. Senti ele colocar dois dedos dentro de mim, me fazendo gemer pela mistura do prazer e da leve ardência. — Não para... eu... tô quase... Senti ele apertar minha coxa e aquilo foi o meu ápice. Depois de ter me feito ter um orgasmo, o Palhaço subiu em cima de mim novamente e começou a me beijar com uma certa fúria, me fazendo ficar molinha de novo. — O que você quer, hum? — perguntou enquanto voltava a distribuir beijos pelo meu pescoço. — Eu... Quero. — Sem gaguejar, amor. Sei que você consegue. — Eu quero você dentro de mim, agora — falei encarando ele, e parece que aquilo foi um tipo de gatilho. Ele se posicionou entre minhas pernas e senti seu p*u completamente duro entrar em mim, me fazendo soltar um gemido. Ele voltou a me beijar esperando eu me acostumar com o seu tamanho. Comecei a me movimentar embaixo dele, dando a entender que eu queria mais contato. O Palhaço começou com estocadas leves, mas logo foi intensificando, fazendo com que os meus olhos revirassem de tanto prazer. O palhaço começou a diminuir as estocadas, me fazendo o encarar com um olhar de desaprovação. Vi o seu sorriso sacana e saquei que ele só estava fazendo aquilo para poder me provocar. — Vai ficar com dó mesmo ou só não tá dando conta? — perguntei pra provocar e isso funcionou muito bem. A expressão dele mudou completamente. Ele saiu de dentro de mim e me virou de bruços. — Fica de quatro — falou autoritário e eu logo obedeci. Ele segurou o meu quadril me fazendo empinar e logo em seguida deixou um tapa estralado em minha b***a, me fazendo gritar pelo leve susto. O Palhaço entrou com tudo dentro de mim, fazendo o meu corpo estremecer. Ele dava estocadas fortes e firmes que me faziam delirar completamente. Depois de um tempo, o Palhaço deu dois tapinhas em minha b***a me fazendo olhar para trás. Vi ele se afastar e observei o mesmo caminhar até a poltrona que tem em meu quarto, logo em seguida se sentando e dando dois tapinhas em sua perna enquanto me encarava... Preciso nem falar que eu fui de imediato na direção dele. Passei minhas pernas em sua volta e me encaixei em seu m****o. Comecei a rebolar devagar, vendo a expressão de "sofrimento" que ele fazia. Comecei a cavalgar mais rápido, deixando gemidos escaparem por nossas bocas. Enquanto eu sentava com tudo, o Palhaço abocanhava meus s***s, fazendo o meu t***o aumentar cada vez mais. Comecei a contrair a minha b****a e o Palhaço jogou a cabeça para trás, indo à loucura. — Faz de novo — ele pediu, colocando a mão em minha cintura e apertando ela firmemente. Contraí novamente e senti o meu corpo ficar rígido e o do Palhaço também. Ambos tivemos o nosso orgasmo juntos. Relaxei o meu corpo em cima do dele, nossas respirações estavam completamente desreguladas. — Não querendo alimentar teu ego, mas tu fode bem pra c*****o — ele falou com um sorriso no rosto e em seguida mordeu o meu maxilar. — Você também me proporcionou uma ótima f**a — falei e me levantei indo em direção ao banheiro. Parei em frente ao espelho e percebi as marcas espalhadas pelo o meu corpo. Soltei um riso e fui tomar o meu banho pra tirar o cheiro de sexo que estava empreguinado no meu corpo.
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