Cecília
O Guto saiu daqui de casa faltando poucos minutos para as seis, falou que combinou de ir buscar o avô no bingo.
Aproveitei que ele caiu fora e fui tomar um banho, eu estava precisando urgentemente lavar o meu cabelo. Depois que terminei, escolhi uma roupa simples e confortável e fui secar o meu cabelo.
Escutei a campainha tocar e fui atender. Abri a porta e vi o Palhaço paradão lá com mó cara de tacho. Eu já tinha até me esquecido de que ele iria vir aqui hoje pra conversar comigo.
— Entra aí — falei e ele foi indo se sentar no sofá.
— Cadê a tia?
— Vai chegar mais tarde hoje.
O silêncio se fez presente e o sonso ficou encarando o chão enquanto estralava os dedos.
— Por quê ficou justo com ela em? — perguntei quebrando o silêncio.
— Tecnicamente eu não fiquei com ela.
— Tecnicamente?
— Sim. Ela chegou lá falando que precisava resolver um assunto da casa que ela tinha alugado, mas aí ela começou a se jogar pra cima de mim...
— Aí você foi e transou com ela.
— Não transei com ela.
— Não?
— Não, mas ela me pagou um... ah, você sabe — ele falou e eu tentei entender até que saquei o que ele queria dizer.
— Tu tava era necessitado, isso sim. Tanta mulher de sobra nesse morro...
— Sei nem o que te falar mais, papo reto. Mó constrangedor falar dessas paradas com você.
— Já te falei que não ligo pras garotas que você fica, só fiquei chateada por ser a Loira.
— Tô ligado, sei que errei feio apesar de não ter ficado com ela. Mas você não tá com essa moral toda não, gata. Tu ficou com o LC, e tu sabia que eu e o LC nunca se batemos.
— Primeiramente eu nem sabia que ele era o LC, vim saber bem depois, ao contrário de você que sabia muito bem de todo o meu rolê com a Loira e mesmo assim se submeteu a fazer o que fez. Digamos que estamos quites por esse motivo... E pra te falar a verdade eu não me arrependo de ter ficado com ele.
— Como é que é, Cecília?
— O cara é bom de papo. Falta um pouco mais de pegada?... Falta, mas isso aí vai melhorando com o tempo — falei me levantando do sofá.
— É? — perguntou se levantando vindo em minha direção enquanto eu me afastava dele. — Nem adianta correr agora.
Só foi o tempo dele fechar a boca e eu correr em direção ao meu quarto. Tentei fechar a porta mas ele colocou o pé impedindo e entrando em seguida.
— Duvido que o beijo dele é melhor que o meu, ou é? — perguntou colocando sua mão no meu pescoço e o apertando levemente.
— Depende — falei e ele apertou um pouco mais forte, me fazendo soltar um gemido baixo.
— Você sabe que não é, só tá se fazendo — soltei um riso e ele aproximou os nossos rostos fazendo com que o meu lábio encaixasse ao dele.
O beijo começou lento, porém foi se intensificando. Nem percebi o momento que começamos a andar em direção à cama, só senti o meu corpo se chocando contra a cama macia. O Palhaço focou em distribuir beijos pelo meu pescoço e deixando leves chupões por aquela área. Minha mão adentrou pela sua camisa e eu comecei a arranhar suas costas largas.
Logo trocamos a nossa posição e eu me sentei no colo dele. Tirei a camiseta larga que eu estava usando, revelando o meu sutiã rendado de cor preta. O Palhaço colocou suas mãos em meus s***s, os apalpando e me fazendo gemer pelo contato. Ele se inclinou o suficiente pra conseguir tirar a sua camiseta e logo após abriu o fecho do meu sutiã, deixando os meus s***s totalmente expostos. O mesmo começou a abocanhar meus p****s e eu aproveitei para dar aquela leve rebolada em seu colo.
Me levantei de cima dele e puxei sua bermuda juntamente com a sua cueca, revelando o seu p*u totalmente duro. Tirei o shorts que eu usava e fui por cima dele, distribuindo beijos por todo o seu corpo até chegar em seu m****o. Segurei seu p*u firmemente e passei minha língua por toda sua extensão, dando uma sugada em sua cabecinha vendo ele revirar os olhos de prazer. O Palhaço fez um r**o de cavalo desajeitado em meu cabelo, me dando apoio enquanto ele estava em minha boca. Não demorou até que o mesmo gozasse.
— Gostosa do c*****o — falou ofegante enquanto me encarava.
Me levantei e ele me puxou novamente para a cama, me fazendo deitar. Senti ele puxar a minha calcinha para baixo, e em seguida sua língua entrou em contato com a minha b****a. Ele começou a fazer movimentos circulares em meu c******s, fazendo o meu corpo ter um leve espasmo. Senti ele colocar dois dedos dentro de mim, me fazendo gemer pela mistura do prazer e da leve ardência.
— Não para... eu... tô quase...
Senti ele apertar minha coxa e aquilo foi o meu ápice.
Depois de ter me feito ter um orgasmo, o Palhaço subiu em cima de mim novamente e começou a me beijar com uma certa fúria, me fazendo ficar molinha de novo.
— O que você quer, hum? — perguntou enquanto voltava a distribuir beijos pelo meu pescoço.
— Eu... Quero.
— Sem gaguejar, amor. Sei que você consegue.
— Eu quero você dentro de mim, agora — falei encarando ele, e parece que aquilo foi um tipo de gatilho.
Ele se posicionou entre minhas pernas e senti seu p*u completamente duro entrar em mim, me fazendo soltar um gemido. Ele voltou a me beijar esperando eu me acostumar com o seu tamanho. Comecei a me movimentar embaixo dele, dando a entender que eu queria mais contato. O Palhaço começou com estocadas leves, mas logo foi intensificando, fazendo com que os meus olhos revirassem de tanto prazer.
O palhaço começou a diminuir as estocadas, me fazendo o encarar com um olhar de desaprovação. Vi o seu sorriso sacana e saquei que ele só estava fazendo aquilo para poder me provocar.
— Vai ficar com dó mesmo ou só não tá dando conta? — perguntei pra provocar e isso funcionou muito bem.
A expressão dele mudou completamente. Ele saiu de dentro de mim e me virou de bruços.
— Fica de quatro — falou autoritário e eu logo obedeci.
Ele segurou o meu quadril me fazendo empinar e logo em seguida deixou um tapa estralado em minha b***a, me fazendo gritar pelo leve susto. O Palhaço entrou com tudo dentro de mim, fazendo o meu corpo estremecer. Ele dava estocadas fortes e firmes que me faziam delirar completamente.
Depois de um tempo, o Palhaço deu dois tapinhas em minha b***a me fazendo olhar para trás. Vi ele se afastar e observei o mesmo caminhar até a poltrona que tem em meu quarto, logo em seguida se sentando e dando dois tapinhas em sua perna enquanto me encarava... Preciso nem falar que eu fui de imediato na direção dele.
Passei minhas pernas em sua volta e me encaixei em seu m****o. Comecei a rebolar devagar, vendo a expressão de "sofrimento" que ele fazia. Comecei a cavalgar mais rápido, deixando gemidos escaparem por nossas bocas. Enquanto eu sentava com tudo, o Palhaço abocanhava meus s***s, fazendo o meu t***o aumentar cada vez mais. Comecei a contrair a minha b****a e o Palhaço jogou a cabeça para trás, indo à loucura.
— Faz de novo — ele pediu, colocando a mão em minha cintura e apertando ela firmemente.
Contraí novamente e senti o meu corpo ficar rígido e o do Palhaço também. Ambos tivemos o nosso orgasmo juntos.
Relaxei o meu corpo em cima do dele, nossas respirações estavam completamente desreguladas.
— Não querendo alimentar teu ego, mas tu fode bem pra c*****o — ele falou com um sorriso no rosto e em seguida mordeu o meu maxilar.
— Você também me proporcionou uma ótima f**a — falei e me levantei indo em direção ao banheiro.
Parei em frente ao espelho e percebi as marcas espalhadas pelo o meu corpo. Soltei um riso e fui tomar o meu banho pra tirar o cheiro de sexo que estava empreguinado no meu corpo.