Muralha narrando E ele repetiu. O nome que podia derrubar uma geração inteira. Agora a guerra tinha nome. Endereço. E sede de sangue. Esse nome era do braço do meu pai na época, do melhor amigo do meu pai. E eu sabia onde achar ele, eu sabia quais seriam os meus próximos passos, sabia muito bem… A boca dele se mexia, tentando formar alguma oração muda, alguma palavra de clemência, mas já não adiantava mais. A partir do momento em que ele pronunciou aquele nome, aquele maldito nome que ecoou como sentença dentro da minha cabeça, eu soube que não havia mais volta. Eu não tava ali por respostas. Não mais. Eu tava ali por justiça. Pela minha. Pela do meu pai. Pela história da nossa linhagem marcada por sangue e traição. E aquele porco amarrado diante de mim ia pagar da forma mais simbóli

