"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons." – Martin Luther King Diógenes me levou para a primeira sala que encontrou onde haviam três ou quatro pessoas – não tive condições de saber ao certo – e também pouco importou; o irmão mais velho do sr. Irritadinho fez com que todos se retirassem e só voltassem quando ele autorizasse. Pediu à uma das secretárias que trouxessem um copo de água com açúcar e um calmante, também deixou expressamente proibido que qualquer pessoa – e isso incluía sua esposa e meu noivo – nos interrompesse. Acreditei que ele usaria aquele momento a sós, tendo-me totalmente exposta e completamente vulnerável para me humilhar e me fazer enxergar o óbvio: não me queriam na família! Nenhum deles e talvez nem mesmo Athos. Já estava preparada para ouvir

