Vanessa narrando O silêncio daquela mansão paraguaia era um insulto. Cada segundo que passava, eu sentia como se agulhas estivessem sendo cravadas na minha pele. Eu andava de um lado para o outro naquele quarto luxuoso, mas para mim, aquelas paredes de seda eram as de uma cela. — Aquela desgraçada... Aquela sonsa! — O grito saiu da minha garganta como um urro, abafado pelo travesseiro que joguei com força contra a porta. O ódio queimava o meu peito de um jeito que eu m*l conseguia respirar. O Christian estava logo ali. No quarto ao lado. A poucos metros de distância, separado de mim por apenas uma parede e um contrato maldito. E ele não estava sozinho. Só de imaginar a Jade deitada naquela cama, dividindo o mesmo lençol, sentindo o calor do corpo dele, eu sentia vontade de arrancar o

