Brad narrando
Acordo e tiro os cabelos da Lavínia do meu rosto, beijo sua nuca e a abraço cheio de preguiça. Ela se estica lentamente, como uma gata despertando de um sono profundo, e murmura:
— Bom dia, moreno.
Faço careta, embora seu carinho me aqueça por dentro.
— Moreno não, n***o, um p**a negãooo — falo, e ela ri, se virando para mim com um brilho nos olhos.
— Desculpa, bom dia, n***o.
Agora sim. A beijo, subindo em cima dela. Ela fecha os olhos, entregando-se ao momento. A sensação do corpo dela contra o meu é intoxicante.
— Hoje temos treino antes do café da manhã, odeio me atrasar — ela sussurra, embora seu tom sugira que está longe de se importar com o treino agora.
— Eu serei rápido — prometo, entrando debaixo do cobertor e deslizando até o meio de suas pernas.
(Hot +18, se não gostarem, pulem por favor)
Tiro sua calça de pijama junto com a calcinha e levo minha boca para a v****a dela. Insiro minha língua no ponto quente e sensível, fazendo ela gemer suavemente. Coloco um dedo dentro dela e chupo seu c******s com força. Ela fica toda molhada, e insiro mais um dedo, fazendo-a rebolar discretamente. A chupo novamente, intercalando minha língua e meus dedos, a todo momento estimulando seu c******s. Ela geme baixo, se contorcendo, e eu paro, querendo que ela goze no meu p*u, em sincronia comigo.
— Por que parou? — ela pergunta, manhosa e um pouco irritada, me fazendo sorrir e sair debaixo do cobertor.
— Porque hoje você só goza no meu p*u — tiro minha calça e procuro a camisinha na gaveta.
— Anda logo, Brad.
— Tô procurando a camisinha, cazzo.
— Vamos sem, você tira antes de gozar e eu tomo a pílula — ela fala, e eu obedeço, sem conseguir pensar direito de tanta ansiedade.
Seguro em sua cintura e ela deita em cima de mim, colocando a mão no meu p*u.
— Está duro, ragazzo? Tudo isso e ainda me puniu sem finalizar o que sua língua começou?
— Ossos do ofício — falo, e ela n**a com a cabeça, colocando meu p*u em sua entrada.
— Vai ter volta.
Movimento meu quadril para cima, entrando dentro dela, e quase morro de satisfação. Se eu morrer agora, o inferno não será nada. Ficarei feliz por toda a existência da minha alma. Ela rebola lentamente para me provocar, e sem aguentar, seguro ela e me levanto da cama, encostando-a na escrivaninha e começando a estocar forte dentro dela. Seus gemidos altos são contidos quando ela morde uma camiseta. Viro suas pernas de lado, testando uma nova posição, e quando estoco meu p*u mais forte, ela se contorce toda. Me arrepio todo, quase gozando, mas continuo, não querendo parar nunca.
— Mais forte — ela pede, e bato em sua b***a, me inclinando para entrar o máximo possível. Mordo suas costas, fazendo-a escapar um alto gemido, e sinto que ela goza, apertando meus braços que a sustentam. Continuo, e ela geme sofrida, se excitando de novo. Alguns minutos depois, quando estou quase gozando, eu tiro e me libero em sua coxa. Me curvo, buscando ar, e ela beija meu ombro. Observo seus lindos s***s e não resisto, deixando um chupão.
— Aaah, não deixa marca — ela fala baixo, respirando rápido ainda.
— Está cansada pra um segundo round? — pergunto, e ela n**a, olhando pro relógio.
— No chuveiro? — ela pergunta, e segurando em sua b***a, ela enrola suas pernas em mim para se segurar.
Ando até o box, deixando-a no chão. Ligo o chuveiro, entrando primeiro, e fecho os olhos, sentindo a água quentinha. Me arrepio, sentindo a mão mais agressiva do mundo arranhar meu abdômen em direção ao meu p*u.
— O que você... — ela me interrompe, colocando sua boca nele.
Sua mão vai para a base, e me apoio nas paredes, perdendo o raciocínio até de como se fica em pé. A boca quente é tirada e apenas sua mão me estimula.
— Vingança — ela fala, se levantando, e fico sem acreditar. Sou empurrado para fora da água, e ela sorri, se ensaboando. Não falo nada, a empurrando com o quadril, e ficamos na brincadeira boba de tirar o outro do chuveiro. O riso dela é contagiante, e por um momento, o mundo se resume a nós dois, nossas risadas e a água morna.
[...]
Termino de passar hidratante e escuto a Lavínia xingando. Me visto rapidamente e pego meu tênis, indo atrás dela. A visão dela, com o cabelo bagunçado e a expressão frustrada, me faz sorrir.
— O que foi?
— Não consigo prender meu cabelo, fica com esse tufo saindo — ela fala, entregando-me a escova com um suspiro frustrado. Pego a escova de sua mão, sentindo o peso do momento.
Faço um r**o de cavalo perfeito e me sento para calçar meu sapato.
— Ficou bom, você tem talento.
— Eu sei — falo, sorrindo para ela, o orgulho tingindo minha voz.
Ela se levanta, me beijando, e coloca a jaqueta, pronta para sair. Não falo nada, deixando ela ir sozinha. Às vezes, precisamos de cinco minutinhos sozinhos, e não acho r**m. Fora que nosso namoro já é mais do que íntimo.
[...]
Coloco a venda igual o treinador falou e resmungo com dor do meu braço que ele amarrou, impedindo meus movimentos. Qual o sentido de treinar sem enxergar e sem um m****o importante? Sinto a primeira paulada e revido com o bastão, iniciando a luta. Consigo escutar pela respiração e passos aonde ele sempre está, mas não desvio de todos os golpes. Uso a força do bastão para derrubá-lo no chão e tento dar o golpe final, mas apenas bato no chão. Com uma paulada na cabeça, vejo que perdi, e ele se levantou quando eu não vi.
— Bom, da próxima vez, escute o barulho que o bastão faz ao cortar o vento, senhor Morningstar.
— Obrigado pela dica — falo, e aperto a mão do rapaz que venceu.
Pelo vidro, vejo a Lavínia lutando em outra sala, também vendada, e não sei como ela roubou o bastão da outra garota, acertando-a repetidas vezes. Nesses seis anos, uma coisa que eu aprendi é que eu posso não ser o melhor lutador ou estrategista, mas a Lavínia, ela é a melhor sem dúvidas. Ela tira a venda após anunciarem a sua vitória e ajuda a oponente derrotada a levantar, devolvendo o bastão. Seu olhar encontra o meu e ela sai de fininho. Olho em volta, vendo todos concentrados, e faço o mesmo que ela.
— Bu — me viro para ela, que me puxa por um corredor vazio.
— O que quer fazer? Temos uma reunião de café da manhã, para falar da última missão.
— Eu sei, só queria te contar uma novidade. Tive notícias de que mais um mafioso se casou hoje. Perdi a conta de quantos já fizeram o mesmo. Talvez consigamos voltar para casa logo.
A abraço, animado demais para falar. Cazzo, que saudade de casa, saudade dos meus pais e de reclamar do grude deles, saudade da camorra e das pessoas de lá, saudade até de sentir medo das mães da Lavínia e minhas atuais sogras.
— Sua mãe que te passou a notícia?
— Não, mas marquei uma ligação com ela. Quero saber se podemos voltar. Não vejo a hora de sair daqui.
— Eu também. Vou tentar falar com meus pais hoje, e já teremos uma prévia da situação, ok? — ela assente e pega em minha mão, andando para a reunião.
— Será que vão brigar pela nossa péssima fuga? — ela pergunta, e n**o.
— A culpa não foi minha. Tinha cinco cachorros gigantes e bombados no escritório. Foi um sufoco sair de lá, aquilo ainda foi fácil.
— Espero que tenha sido a última missão — ela fala, e me lembro das péssimas memórias da senhora que me arrumaram de acompanhante apertando meu bumbum e me chamando de docinho. É cada humilhação...
Meus pensamentos vagam por todas as situações constrangedoras e perigosas que enfrentamos. Cada missão parecia um teste de resistência física e mental.