Daniel/ Marcos A chuva caía forte sobre a cidade, escurecendo ainda mais a noite que já era carregada. Daniel Albuquerque estava sentado no carro preto estacionado em uma rua quase deserta, observando o prédio abandonado à sua frente. O local escolhido era discreto, seguro, perfeito para uma reunião clandestina. Ele não podia se dar ao luxo de ser visto; o jogo que começava exigia paciência, precisão e sigilo. Do outro lado, Marco, comandante de uma força especial, conhecido pelo BOPE e sua frieza implacável, caminhava com passos firmes, cada um ecoando sobre o chão molhado. Ele sabia da reputação de Daniel, do poder, da obsessão, mas não se deixava intimidar. Marco não era um homem de emoções; sua vida era baseada em estratégia e sobrevivência. Mas aquela reunião tinha potencial para m

