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ENTRE DOIS AMORES

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Nathalia era uma garota normal e tudo que ela queria era viver a sua vida da melhor forma possível, morar em São Francisco, — ter um apartamento legal e claro, viver uma história de amor. Ela só não esperava se envolver com seu chefe, Lohan Davis e muito menos, descobrir que ele era irmão de Michael Willians, — o homem loiro, gentil e carismático com quem ela andava saindo desde que chegou na cidade, principalmente antes de se envolver com Lohan.

Agora, ela estava presa entre os dois, e a escolha não seria nada fácil.

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Capítulo 1
Capítulo 01 Nathália Campos São Paulo | 31 de Julho Desde que eu podia me lembrar, sonhava com o que existia fora do Brasil . Não que eu não gostasse daqui, mas a ideia de conhecer o mundo, viajar, encontrar gente diferente, sempre me atraiu, porque eu assistia a filmes e lia sobre lugares distantes, e ficava imaginando como seria estar ali, vivendo tudo aquilo, e mais um pouco . Mas, claro, sempre soube que uma coisa era sonhar, outra … era fazer isso virar realidade, — ou pelo menos, foi assim até chegar no ensino médio, e a minha a ficha começar a cair : estudar fora podia ser mais que um sonho, por conta de uma coisa mágica chamada : bolsa de intercâmbio . Cada aula chata, cada prova difícil, e até os trabalhos de escola, tudo parecia um passo a mais na direção certa, enquanto eu me esforçava ao máximo, porque sabia que não ia bastar só querer; tinha que trabalhar duro pra conseguir . E quando terminei o ensino médio, eu finalmente fiz o teste pra conseguir a bolsa, e … eu fui aceita ! Então , eu só peguei o dinheiro que tinha juntado, depois de ralar em vários empregos de meio período — desde cuidar de criança até ser garçonete —, e já tinha os créditos necessários pra faculdade . Era isso . Eu finalmente tinha o suficiente pra ir pros Estados Unidos e começar uma nova fase, começar o meu sonho . Meu celular vibrou e me tirou dos pensamentos, e quando olhei a mensagem, sorri ao ver que era da Clara . [Clarita]: Tô aqui fora . Desce logo! ;) [Clarita]: Se não eu vou te largar aqui, e vou finalizar o processo de mudança sozinha . Eu ri ao ler a mensagem — porque eu sabia que ela nunca sairia do país sem mim, e Clara sempre foi a minha parceira pra tudo — eu fui descendo as escadas, até ver ela me esperando, enquanto passava aquele gloss da Dior que ela nunca abandonava — e que ela tinha um tremendo ciúme —, usando o retrovisor como espelho . — Até que enfim! Achei que ia ter que subir pra te buscar! — ela brincou, enquanto eu entrava no carro . — Quanto exagero, eu desci assim que vi a mensagem, — respondi, rindo, apenas para Clara suspirar, junto de um arquear leve nos lábios, e um leve revirar de olhos . Clara ligou o carro e fomos rumo à agência de intercâmbio, fazendo o nervosismo e a empolgação se misturarem na minha cabeça, enquanto eu sentia um frio na minha barriga . Faltava muito pouco … pra tudo se tornar oficial . — Pronta pra virar americana? — Clara perguntou, me olhando de canto enquanto dirigia . — Sei lá, ainda parece mentira ... tipo, eu sempre quis isso, mas agora que tá rolando, parece que não é real, sabe? — falei, olhando pela janela e vendo as ruas que eu estava tão acostumada a ver todos os dias, passando por nós . — Ah, mas é real! E sério, ninguém trabalhou tanto quanto você . — Clara começou, enquanto colocava os seus óculos escuros na cabeça . — Você viveu de café e determinação esses últimos anos todos ! — Clara riu, mas dava pra ver que ela estava orgulhosa . Sorri, sentindo o apoio dela, e era bom saber que alguém entendia o quanto aquilo significava pra mim . Quando chegamos à agência, meu coração começou a bater mais forte . Entramos e fomos recebidas por uma atendente sorridente, que logo nos levou pra uma sala de espera, e enquanto aguardávamos, comecei a repassar mentalmente todos os documentos e as coisas que eu tinha feito até ali . Eram muitos detalhes, mas eu sabia que tava tudo certo . Logo fui chamada pra uma sala pequena, onde uma conselheira de intercâmbio me esperava com uma pilha de papéis, ela explicou os últimos passos que faltavam, e eu fui assinando tudo, e cada assinatura? Era como um passo mais perto do avião que me levaria para bem longe dali . Quando terminei, ela me entregou uma pasta com todas as informações sobre o intercâmbio — detalhes do curso, orientações sobre onde eu ia morar, contatos de emergência . “Calma, Nathália … respire fundo …” eu tive que me lembrar que eu precisava fazer isso naquele momento, enquanto segurava a pasta, sentindo o peso do momento . Saí da sala e encontrei Clara me esperando, com um sorriso enorme no rosto . — E aí? Agora vai? — ela perguntou, os olhos brilhando . — Agora vai! — respondi, com uma risada meio nervosa. Ainda parecia meio surreal, mas agora … a minha ficha também parecia ter começado a cair mais (mesmo que fosse aos poucos). No caminho de volta, Clara falava sem parar sobre as coisas que íamos fazer, os lugares que eu íamos conhecer, e como seria a nossa vida lá, e eu apenas… conseguia ficar escutando ela com um sorriso idiotä no rosto, porque uma parte de mim ainda estava processando tudo, enquanto a outra parte já começava a se imaginar andando nas ruas de São Francisco. — Eu nem acredito que finalmente vou poder te levar nos lugares que eu fui! Sério! — Ela soltou, completamente empolgada. — Eu também não! — senti uma alegria que nem cabia no meu peito direito, — e eu quero tanto visitar o Palace of fine arts! Acho que nem vou acreditar quando eu for lá. — Ai, ai, Nathy… você e o seu gostinho de velho. — Ela zombou, enquanto me olhava pelo canto dos olhos, — mas antes de eu te levar para o Palace não sei das quantas, eu vou te levar para lugares divertidos, como… os clubs que eu fui com a minha mãe! Sério… os de São Francisco são os melhores, — ela parecia a advogada do diabö, tentando me convencer de que ir para um club, seria uma ótima ideia, — mas é claro, eles só perdem para os de Nova York, óbvio… mas não é como se eu não pudesse te levar pra um de lá depois. Ela piscou pra mim com um dos olhos, enquanto parecia alegre demais com a ideia de poder finalmente me arrastar para algum lugar, que não fosse uma biblioteca, ou um restaurante — e para ser bem honesta? Eu até que estava cogitando não resistir a isso. Eu finalmente tinha atingido o meu objetivo, e talvez… eu pudesse me permitir viver um pouco.

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