Havia dado a terceira semana com o pequeno, hoje era finalmente o dia que a avó dele poderia conhecer, marquei em um lugar que eu sabia que era tranquilo e público. Não queria tanta proximidade ainda sem saber o que ela realmente queria. Eu não estava tão otimista, o receio era grande, ainda mais pela insistência do meu pai. Olhei para a cadeirinha e sorri pro pequeno, ver ele fazer uma careta enquanto esperávamos, o prédio ficava perto daqui, nele nosso pequeno apartamento, ainda faltava algumas coisinhas pra ele. Bernardo chorava muito na parte da noite, isso estava fazendo eu trocar minha noite pelas sonecas ao longo do dia, ainda mais que eu me recuperava pra voltar pra dança e tirar o da gente. Eu estava indo, mas pelo resguardo, estava quieta, mas com os pés formigando de vontade

