Pitbull Narrando...
Os anos se passaram, meus filhos estão todos criados, maiores de idade, mas ainda estão debaixo da minha proteção. Todos moram comigo, e eu continuo controlando a vida deles da maneira que eu posso, pelo bem deles. Agora a parada com a minha ruiva, continua naquele pique tá ligado, o sentimento que eu tenho por essa diaba, só cresceu e nunca caiu na mesmice, sou fiel a ela até hoje, mermo as putäs se lançando aos meus pés, mantenho essas vadias bem longe, papo reto, já pra não arrumar briga com a dona encrenca.
Hoje mais cedo antes da reunião da cv lá na Rocinha, tenebroso chegou com uns papo de maluco pro meu lado, avisando que se meus filhos estivesse pegando a filhas dele, bagulho ia ficar louco, já passei a visão pra ele, sozinho não rola nada e se eles tão ficando com elas, pode ter certeza que elas tão dando condição, o mermo não gostou muito não, mas não tem o que fazer, eles são grandes o suficiente pra não precisar ficar ninguém ditando regras, e se pá um dia o tenebroso quiser trocar idéia com eles, meus filhos vão ter que agir igual sujeito homem, e assumir a bronca no peito, trocar um resumo legal, sem esculacho.
Entendo o lado do tenebroso, porque tenho duas filhas em casa, não gosto nem de cogitar a possibilidade dessas duas se envolvendo com malandro, e eu não tô falando só do movimento não, porque o tanto de homem filho da putä que tem nesse mundo, não tá escrito, eu falo no geral mermo, se que namorar minhas filhas na disciplina, tem que ter peito pra vir me enfrentar, esse lance de ficar de pegação escondido me deixa puto, cê não tem peito pra bater de frente comigo, não merece as minhas filhas, papo só, já fiquei sabendo que a Valentina tá de caso na faculdade com um cara, mandei o Theo investigar a vida do filho da putä, quero saber qual é o proceder do vacilão, vivem se encontrando as escondidas aí, achando que eu não tô ciente, um caralhoo, vão achando que tô de óculos no bagulho.
A merma fita do Nicolas e do Miguel, tô ligado que tão pegando as gêmeas do tenebroso, já ganhei a cena desde quando começaram, a minha parte de pai eu fiz, alertei, e passei a visão que cê precisar, vão bater de frente lá com o pai delas, independente se vão se cagar nas calça, mas vão aguentar a bronca naqueles pique, sem amarelar, porque cê tem uma coisa que me deixa putão é covardia, sem caô.
Quando os cria me passaram a visão que tinham tentado atropelar a Valentina, já fiquei cabreiro, quem será o filho da putä que tá tentando essa fita, voltei pro Vidigal cantando pneu. Cheguei em casa e já dei a ideia na Helô e na Valentina, não quero elas fora do morro, antes de eu saber direito que parada aconteceu na pista.
A hora que a Júlia entrou em defesa das meninas, ali já ganhei a cena, as duas ia sair hoje, e a ruiva ia acobertar, papo reto mermo, já me adiantei logo que ninguém ia sair dessa porrä, e que nada ia me convencer. Subi pro quarto na intenção de relaxar um pouco, mas quem disse que eu consegui mermão, papo reto, logo a dona apareceu, cheia de ideias pro meu lado.
Júlia — Você acha que vai adiantar prender elas aqui, Bruno, me responde, te fiz essa pergunta lá embaixo e tu não falou nada ___ diz prendendo seu cabelo ruivo e eu negö com a cabeça irritado com o mermo assunto.
— Porrä Júlia, cê tem noção das paradas que tu tá falando mano? Cê tá se ouvindo? Tua filha quase foi atropelada hoje propositalmente e cê quer que eu aja como se não fosse c*****o nenhum, é isso mermo mano? tu esqueceu quem eu sou porrä ___ dou o papo com ignorância elevando o tom da minha voz
Júlia — Não tô falando isso Bruno, só que amanhã a Valentina e a Helô vão sair pra faculdade, e aí, não correm o mesmo perigo? __ diz insistindo e eu bufo bolado
— Cês tontea demais a minha mente, papo reto, sinto falta mermo da época que nossos filhos eram tudo menor, e não dava essa dor de cabeça, papo só, já não basta o tenebroso enchendo minha mente, falando das filhas dele, mas essa porrä ainda Júlia, caralhoo ___ me altero tacando a porrä de um copo na parede
Júlia — Acontece que agora eles cresceram, não adianta ficar nervosinho não, e outra coisa, você vai limpar isso aí ___ diz apontando pros cacos de vidro no chão e eu negö com a cabeça — Vai deixar elas saírem ou não?
— Papo reto mermo Júlia, se essa saída delas der r**m, e acontecer qualquer coisa, tu assume a bronca, e não adianta vir chorando pro meu lado não, se lamentando por um k.o que cê mermo procurou, por tá passando por cima das minhas ordens, eu não vou falar caralhoo nenhum, porque a minha palavra é uma só, mas fica no teu critério, ciente que qualquer parada que aconteça, tu resolva e eu não quero que venha perrecar na minha mente... ___ dou o papo com altivez apontando o dedo pra merma que morde os lábios apreensiva — deixa essa parada aí no chão que quando eu sair do banho, eu limpo ___ falo tirando minha camiseta e indo em direção ao banheiro.
Preciso de um banho gelado pra acalmar minhas neuroses, nunca pensei que filho dava um trabalho desse não, sem k.o, pra cada filho um problema diferente, papo só, minha cabeça chega a doer pra caralhoo, tanta proteção em cima deles pra no final, uma diaba ruiva vir e ter o controle das minhas parada na mão, é mole um bagulho desse.
O único que até agora não me deu dor de cabeça foi o Vitor, bom, entre aspas, porque o mermo só vive enfiado na casa dos avós, pais da Júlia, até hoje eu não troco idéia com eles direito, male má com a mãe dela, mas é pouca coisa, eles se aposentaram, vez ou outra quando preciso ir pra missão fora, a Júlia e os nossos filhos vão lá ficar com eles, não arrisco em deixar aqui não, mermo sabendo que tenho os meus de confiança, prefiro eles lá. Termino de tomar banho e saio com a toalha enrolada na cintura, olho na direção que estava os cacos de vidro e tá tudo limpo, vou em direção a cômoda e pego meu celular, passo uma mensagem pro Clack e dou o papo pro mermo reunir os melhores segurança pra ir na contenção das meninas, não posso dar mole não....
Contínua...