Com passos lentos e cuidadosos, como se não quisesse fazer barulho, eu ando até a porta do banheiro, e respiro fundo, antes de abrir somente um pouco. - Mateo. – O chamo, quando coloco somente a minha cabeça para o lado de fora. - O que foi? – A voz dele, vem da cozinha. - Pode pegar a minha toalha, por favor. – Só fato de estar pedindo isso para ele agora, é o suficiente para me deixar com as bochechas vermelhas. Mais essa nem é a primeira vez, que eu esqueço de pega a minha toalha, e nem a primeira vez que ele vem ao meu socorro. - Onde ela está? – Ele me pergunta. - Está na lavanderia. – O respondo. Ao se passar poucos segundos, posso ouvir os seus passos se aproximando, então como o meu corpo estava curvado, para assim poder deixar só a minha cabeça, quando notei que ele já está

