De repente, percebi o que Arte havia feito, ele havia abdicado de toda responsabilidade. Eu não era mais sua prisioneira. Agora estávamos em igualdade de condições: eu poderia ficar com ele por minha própria vontade. Ou voltar para casa. — O que você decidirá, Sarah? Arte congelou perto do lado oposto da mesa, olhando para mim como se estivesse prestes a perder a paciência. — Não vou ficar. Com dificuldade, mas resisti ao seu olhar pesado. Sim, por maior que seja a tentação, encontrei forças para resistir aos feitiços de bruxaria do Dark Arte. — Bem, isso mesmo. A voz do homem parecia surpreendentemente calma. Eu bufei, erguendo os olhos para o teto. — Você vai convidar a Violeta agora? — Vou pensar em algo. Ele colocou um prato de panquecas na minha frente, afastando-se novamente

