— O problema é que toda vez em que eu conheço um cara, nós temos três ou quatro encontros e então ele simplesmente desaparece. — Desabafei, colocando o copo com uma batida de vodca na mesa. A minha visão já estava começando a ficar embaçada naquela altura, e a minha voz soava engrolada. Em ocasiões normais, eu jamais beberia diante de outras pessoas, porque não admitia estar vulnerável diante de ninguém. Porém, as três mulheres ao meu redor me ofereceram sorrisos gentis e lânguidos, de modo que eu não pude me negar a beber e rir com elas. Porque eu precisava de um pouco de normalidade, ou acabaria surtando de vez. — Gente, eu nunca vou entender esse meu dedo podre! Luciana engasgou enquanto tentava rir e beber cerveja ao mesmo tempo, espirando algumas pequenas gotas do líquido contra Alic

