O ar no quarto do motel tava pesado, denso como uma névoa que grudava na pele, carregado daquele cheiro inconfundível de sexo bruto, suor e p***a fresca. Eu, Nick, tava deitada na cama da hidro, o corpo mole de tanto gozar, o coração ainda batendo rápido como um tambor surdo no peito. O lençol embolado embaixo de mim tava úmido, manchado com os fluidos da noite, e eu sentia cada músculo do meu corpo latejando — uma mistura de prazer, dor e aquele vazio estranho que vem depois de se entregar tanto. Léo tava do meu lado, o peito subindo e descendo devagar, a respiração pesada de quem tinha acabado de f***r o mundo e ainda queria mais. O escravo, coitado, tava largado de bruços na beirada da cama, o cu vermelho e escorrendo da surra que levou do meu marido, os pulsos marcados pelas algemas que já tinham sido tiradas e jogadas no chão.
A luz vermelha do neon lá fora continuava piscando, entrando pelas frestas da cortina e pintando o quarto com um tom de pecado que parecia perfeito praquele momento. Eu olhava pro teto, as sombras dançando como fantasmas de tudo que a gente tinha feito, e pensava no quanto eu tinha mudado desde que o Léo chegou em casa com aquele sorriso sacana e a promessa de um escravo. Antes, eu era só a esposa que trepava com o marido nas noites de sábado, gemendo baixinho pra não acordar os vizinhos. Agora? Agora eu era uma v***a que gritava por rola, que gozava na boca de um estranho enquanto o marido arrombava o cu dele. E eu amava isso. Amava o caos, a sujeira, o t***o que me consumia como fogo.
— Tá pensando o quê, minha p*****a? — A voz do Léo cortou o silêncio, grave e cheia de malícia, enquanto ele rolava pro lado e apoiava o queixo na mão, me encarando com aqueles olhos que pareciam enxergar direto na minha alma.
Eu virei a cabeça pra ele, o cabelo molhado de suor grudando no rosto, e sorri, um sorriso cansado, mas provocador.
— Tô pensando que você me transformou num monstro, seu filho da p**a — respondi, a voz rouca de tanto gritar. — E que eu nunca fui tão feliz sendo uma v***a.
Ele riu, um som baixo e quente que me fez arrepiar inteira, e esticou a mão pra pegar meu peito, apertando o mamilo com força até eu soltar um gemido.
— Você sempre foi uma v***a, Nick. Eu só te dei asas pra voar — disse, o polegar roçando o mamilo duro enquanto me puxava pra mais perto. — E a noite ainda não acabou, sabia?
Eu levantei uma sobrancelha, o t***o voltando devagar, como uma chama que nunca apagava de verdade.
— O que mais você quer fazer, hein? — perguntei, me sentando na cama e olhando pro escravo, que ainda tava quieto, o corpo tremendo de leve como se esperasse o próximo golpe. — Já fodemos ele de todo jeito. O coitado nem aguenta mais.
Léo se sentou também, o p*u meia-bomba balançando entre as pernas, e olhou pro cara com um desprezo misturado com diversão.
— Ele? — disse, rindo de novo. — Ele é só o aperitivo. O prato principal ainda tá por vir.
Eu pisquei, confusa, o coração dando um salto enquanto tentava entender o que ele tava tramando. Antes que eu pudesse perguntar, ele se levantou, nu e imponente, o corpo brilhando de suor sob a luz vermelha, e foi até a mochila que tinha deixado no canto do quarto. Eu nunca tinha reparado muito nela — achei que fosse só roupa extra ou algo assim —, mas agora, vendo ele abrir o zíper com um sorriso que me dava calafrios, eu sabia que tinha algo ali que ia mudar o jogo.
— Léo, que p***a é essa? — perguntei, o tom misturando curiosidade e um pingo de medo, enquanto me ajoelhava na cama pra ver melhor.
Ele não respondeu de início, só tirou da mochila um rolo de corda preta, grossa, do tipo que parecia feita pra amarrar alguém de verdade. Depois veio um chicote pequeno, de couro, com várias tiras que balançavam enquanto ele segurava. E, por último, uma venda preta de tecido, simples, mas carregada de promessas.
— Isso, minha p*****a, é pra você — ele disse, virando pra mim com um olhar que me fez engolir em seco. — E pro nosso amigo aqui. A noite vai virar de cabeça pra baixo.
Eu senti a b****a pulsar, o medo e o t***o brigando dentro de mim enquanto ele voltava pra cama, os itens nas mãos como troféus de uma caçada. O escravo levantou a cabeça, os olhos arregalados, e balbuciou:
— Senhor… eu não sei se aguento mais…
— Cala a boca, seu merda — Léo cortou, jogando a corda na cama e pegando o chicote. — Você não decide nada aqui. Quem manda sou eu, e ela — apontou pra mim — é minha rainha. Tá na hora de você aprender de verdade o que é servir.
Eu ri, nervosa, mas o t***o tava ganhando a briga. Me aproximei do Léo, as mãos tremendo de leve enquanto pegava a venda da mão dele.
— Tá querendo me amarrar, é? — perguntei, provocadora, balançando a venda na frente dele. — Ou vai vendar ele pra ele não ver o que você vai fazer comigo?
— Os dois — ele respondeu, o sorriso crescendo enquanto pegava a corda e começava a desenrolar. — Mas primeiro, você. Deita-se de costas, abre os braços e as pernas. Quero te ver exposta, minha v***a.
Eu obedeci, o coração disparado, deitando-se na cama e esticando os braços pros lados, as pernas abertas até sentir o ar frio do quarto roçar minha b****a molhada. Léo subiu em cima de mim, o peso dele me prendendo no colchão, e começou a amarrar meus pulsos com a corda, os nós firmes, mas não apertados o suficiente pra machucar — só pra me deixar imóvel. Cada puxão da corda fazia meu corpo tremer, o t***o subindo em ondas enquanto eu imaginava o que vinha depois.
— Tá com medo, Nick? — ele perguntou, a voz baixa e perigosa, enquanto amarrava meu tornozelo direito na beirada da cama, me deixando completamente aberta.
— Medo não, seu cachorro — respondi, ofegante, os olhos cravados nos dele. — Tô louca pra ver até onde você vai me levar.
Ele riu, terminando o nó no meu tornozelo esquerdo, e pegou a venda, colocando ela nos meus olhos com um cuidado quase carinhoso. O mundo ficou escuro, o vermelho do neon sumiu, e tudo que eu tinha agora era o som da respiração dele, o calor do corpo dele tão perto do meu, e o cheiro de sexo que ainda pairava no ar.
— Boa menina — ele murmurou, a voz tão perto que eu senti o hálito quente na minha orelha. — Agora fica quieta e deixa teu macho cuidar de você.
Eu ouvi ele se mexer, o colchão afundando enquanto ele saía de cima de mim, e então o som do chicote cortando o ar. Um estalo seco, seguido de um grito abafado do escravo. Meu corpo inteiro se arrepiou, a b****a pulsando só com a ideia do que tava acontecendo.
— Levanta-se, seu inútil — Léo ordenou, a voz firme. — Pega o chicote e vem pra cá.
— Senhor, eu… — o cara começou, a voz trêmula, mas outro estalo do chicote o calou.
— Eu disse pra vir, c*****o! — Léo gritou, e eu senti o colchão tremer quando o escravo subiu na cama, o peso dele diferente do Léo, mais leve, mais hesitante.
— Nick, ele vai te chicotear — Léo disse, a voz agora calma, quase doce, como se tivesse me contando uma fofoca qualquer. — Mas só onde eu mandar. E você vai gozar com isso, minha p**a. Tá pronta?
Eu engoli em seco, o coração na garganta, mas a excitação era maior que qualquer coisa. A venda me deixava cega, mas meus outros sentidos tavam em chamas — o som da respiração pesada do escravo, o cheiro do couro do chicote, a sensação do ar fresco na minha pele exposta.
— Tô pronta, seu filho da p**a — respondi, a voz rouca de desejo. — Me faz gozar.
O primeiro golpe veio sem aviso, as tiras do chicote acertando meus p****s com uma força que me arrancou um grito. A dor queimou, mas logo se misturou com um prazer doentio que subiu direto pro meu c******s. Eu me contorci contra as cordas, os pulsos e tornozelos lutando contra os nós, mas não tinha escapatória.
— De novo — Léo mandou, e outro golpe veio, dessa vez na barriga, as tiras mordendo a pele e deixando um calor que me fez gemer alto.
— c*****o, isso! — berrei, o corpo tremendo enquanto o escravo obedecia, os golpes vindos um atrás do outro, nos p****s, nas coxas, na barriga, cada um me levando mais perto do limite. Eu sentia a b****a escorrendo, o t***o tão forte que parecia que eu ia explodir.
— Agora na b****a dela — Léo disse, a voz firme, e eu congelei por um segundo, o medo voltando com tudo.
— Léo, espera… — comecei, mas o chicote já tinha descido, as tiras acertando meu c******s com uma precisão que me fez gritar mais alto que nunca. A dor foi insana, mas o prazer que veio atrás foi pior — uma onda tão forte que eu gozei na hora, o corpo convulsionando, a b****a esguichando enquanto eu berrava como uma louca.
— p***a, que v***a perfeita — Léo disse, rindo, enquanto eu ofegava, o corpo mole de tanto prazer. Ele puxou a venda dos meus olhos, e a luz vermelha voltou, me cegando por um instante. Quando consegui focar, vi o escravo segurando o chicote, o p*u duro pingando de novo, e Léo ao meu lado, o olhar queimando de desejo.
— Gostou, minha p*****a? — ele perguntou, desamarrando minha mão direita e levando ela pro p*u dele, me fazendo sentir o quanto ele tava duro.
— c*****o, sim — respondi, a voz fraca, mas cheia de t***o, apertando o p*u dele enquanto olhava pro escravo. — Mas e ele? Vai ganhar o que por isso?
Léo sorriu, um sorriso que me deu calafrios, e pegou o chicote da mão do cara.
— Ele? — disse, levantando e puxando o escravo pelo cabelo. — Ele vai ser minha p**a agora. Você já gozou, Nick. Agora é minha vez de brincar.
Ele jogou o cara no chão, de joelhos, e cuspiu na mão, esfregando no p*u enquanto se posicionava atrás dele. Eu assistia, ainda amarrada em parte, o corpo pulsando de prazer e curiosidade, enquanto Léo forçava a entrada de novo, o escravo gemendo alto enquanto era fodido com uma brutalidade que me deixava hipnotizada.
— Isso, seu viado, toma rola — Léo grunhiu, as estocadas rápidas e fundas, o som dos corpos se chocando enchendo o quarto.
Eu me toquei, os dedos deslizando na b****a encharcada, enquanto via meu marido dominar o cara. Mas então, o escravo virou a cabeça, os olhos encontrando os meus, e disse algo que mudou tudo:
— Senhora… me ajuda a f***r ele de volta.
Eu pisquei, o cérebro tentando processar, enquanto Léo parava por um segundo, o p*u ainda enterrado no cu do cara, e ria alto.
— O quê? — perguntei, a voz saindo mais alta do que eu queria, o t***o e a surpresa me deixando zonza.
— Ele quer virar o jogo — Léo disse, puxando o cabelo do escravo com mais força. — O que acha, Nick? Deixa ele me f***r enquanto eu te como?
Eu ri, o som ecoando no quarto, e me soltei das cordas com a mão livre, sentando-se na cama enquanto encarava os dois.
— p***a, deixa — respondi, o t***o me dominando de novo. — Quero ver vocês dois se acabando enquanto eu g**o de novo.
E assim, o jogo virou. Léo saiu de trás do escravo, o p*u brilhando de suor e p***a, e me puxou pra ele, me jogando de quatro na cama. O escravo, trêmulo, mas com um brilho novo nos olhos, pegou o chicote e se posicionou atrás do Léo, enquanto eu sentia o p*u do meu marido me invadir de novo, a b****a escorrendo enquanto ele metia com força.
— Fode ele, seu merda! — gritei pro escravo, o prazer me levando ao limite enquanto o chicote estalava nas costas do Léo, e ele gemia alto, fodendo mais forte em mim.
Era um caos, uma dança de corpos, gemidos e violência que me fez gozar de novo, o corpo tremendo enquanto os dois se destruíam atrás de mim. A noite tinha virado algo que eu nunca imaginei, e eu sabia que, quando saíssemos daquele motel, nada seria mais o mesmo.