O limite do prazer

1888 Words
O quarto do motel parecia vivo, pulsando com o calor dos nossos corpos, o eco dos gemidos e o cheiro forte que impregnava cada canto — suor, sexo, couro molhado e aquele perfume vagabundo de limpeza que não dava conta de esconder o que a gente tava fazendo ali. Eu, Nick, tava de quatro na cama da hidro, o colchão afundando sob meus joelhos enquanto o Léo me fodia com uma força que fazia meus ossos tremerem, o p*u dele entrando e saindo da minha b****a como uma máquina desenfreada. O som molhado das estocadas enchia o ar, misturado com os grunhidos dele e os meus próprios gemidos, que saíam roucos, quase animalescos, como se eu tivesse perdido qualquer traço de civilização naquela noite. Atrás dele, o escravo — aquele cara que eu nem sabia o nome, mas que já tinha virado parte do nosso caos — segurava o chicote com uma mão trêmula, as costas do Léo marcadas com linhas vermelhas dos golpes que ele tinha dado. O jogo tinha virado, e eu ainda tentava processar como a gente chegou ali. Minutos antes, era o Léo quem tava fodendo o cu dele sem piedade, o escravo gemendo como uma p**a submissa. Agora, ele tava atrás do meu marido, o p*u duro e pingando, os olhos brilhando com uma mistura de medo e um t***o novo, como se tivesse encontrado um fogo dentro dele que nem sabia que existia. E eu? Eu tava no meio disso tudo, a b****a escorrendo, o corpo tremendo de prazer, enquanto assistia o impossível acontecer. — Fode ele, seu merda! — berrei de novo, a voz rasgando o quarto enquanto eu empurrava minha b***a contra o p*u do Léo, sentindo ele me abrir mais a cada estocada. — Mostra pra esse filho da p**a quem manda agora! Léo riu, um som grave e selvagem que vibrava no meu peito, enquanto virava a cabeça pra trás, encarando o escravo sem parar de me f***r. — Anda logo, seu viado — ele provocou, o tom cheio de desafio, o suor escorrendo pelo pescoço dele e pingando na minha b***a. — Tá com medo de meter essa rola no teu dono? O escravo engoliu em seco, o rosto vermelho de vergonha e t***o, mas eu vi o momento que ele decidiu cruzar a linha. Ele cuspiu na mão, esfregou no p*u com um movimento rápido e desajeitado, e se posicionou atrás do Léo. Eu senti o corpo do meu marido dar um leve tranco quando o escravo forçar a entrada, o p*u dele deslizando no cu do Léo com uma estocada hesitante, mas firme. Léo grunhiu alto, os dentes cerrados, mas não parou de me f***r — pelo contrário, as estocadas dele ficaram mais fortes, mais brutais, como se o prazer e a dor de ser fodido estivessem acendendo algo novo dentro dele. — c*****o, isso! — ele rosnou, as mãos apertando minha cintura com tanta força que eu sabia que ia ficar marcada por dias. — Me fode enquanto eu arrombo essa p**a, seu inútil! Eu gemi alto, o som ecoando pelas paredes espelhadas, enquanto sentia o ritmo dos dois se alinhando atrás de mim. Era uma dança louca, um trio de corpos se chocando, se quebrando, se entregando a um prazer que não tinha mais regras. O Léo me fodia com raiva, o p*u dele pulsando dentro de mim, enquanto o escravo metia nele com uma urgência que eu nunca imaginei que ele tivesse. O chicote caiu no chão, esquecido, e as mãos do escravo agarraram os quadris do Léo, as unhas cravando na pele enquanto ele gemia baixo, quase chorando de tanto t***o. — p***a, Nick, você já viu algo assim? — Léo perguntou, a voz entrecortada, o suor pingando do queixo dele enquanto ele se virava pra me olhar nos olhos. — Não, seu cachorro — respondi, ofegante, o corpo tremendo enquanto eu me tocava com uma mão, esfregando o c******s com força pra acompanhar o ritmo deles. — Mas eu tô adorando ver você virar p**a também. Ele riu de novo, um som que misturava prazer e raiva, e me deu um tapa forte na b***a, o ardor me fazendo gritar. — Então goza pra mim, sua v***a — ele mandou, as estocadas dele ficando mais rápidas, mais fundas, enquanto o escravo gemia atrás dele, o som dele quase tão alto quanto o meu. — Goza enquanto eu levo rola no cu e te fodo ao mesmo tempo. Eu não precisava de mais incentivo. O prazer explodiu em mim como uma bomba, a b****a apertando o p*u do Léo enquanto eu gozava, o corpo convulsionando, as pernas tremendo tanto que quase caí de cara no colchão. Gritei alto, um som que parecia rasgar minha garganta, enquanto sentia o calor do meu próprio g**o escorrer pelas coxas, lambuzando a cama inteira. Léo gozou logo depois, os jatos quentes enchendo minha b****a enquanto ele rugia como um animal, o corpo dele se contorcendo entre mim e o escravo. E então, o cara atrás dele gritou, o p*u pulsando enquanto esguichava no cu do Léo, os três gozando quase juntos num caos que parecia o fim do mundo. A gente caiu na cama, um emaranhado de corpos suados e ofegantes, o silêncio tomando conta do quarto por um momento enquanto tentávamos respirar. Eu tava deitada de lado, a cabeça no peito do Léo, sentindo o coração dele bater rápido contra minha orelha, enquanto o escravo ficou largado do outro lado, o rosto enterrado no travesseiro como se quisesse sumir. A luz vermelha do neon continuava piscando, o único som agora era o zumbido baixo da hidro desligada e nossas respirações pesadas. — c*****o… — murmurei, a voz fraca, o corpo mole de tanto prazer. — O que foi isso, Léo? Ele virou a cabeça pra mim, o cabelo grudado na testa de suor, e sorriu, aquele sorriso sacana que me matava. — Isso, minha p*****a, foi a gente descobrindo que não tem limite — disse, a mão deslizando pelo meu corpo até apertar minha b***a de novo. — E sabe o que mais? Ainda não terminou. Eu levantei a cabeça, o cansaço lutando com a curiosidade, e olhei pra ele com uma sobrancelha erguida. — Como assim, seu filho da p**a? — perguntei, o tom misturando provocação e um pingo de medo. — O que mais você tem na manga? Ele não respondeu de imediato, só se levantou devagar, o p*u mole balançando entre as pernas enquanto ia até a mochila de novo. Meu coração deu um salto — aquela p***a de mochila tava virando uma caixa de surpresas que eu não sabia se queria abrir. Ele mexeu lá dentro por um momento, o som do zíper ecoando no quarto, e voltou com algo que me fez arregalar os olhos: um consolo preto, grosso, com veias marcadas, preso a uma cinta de couro. — Isso — ele disse, balançando o brinquedo na minha frente enquanto voltava pra cama —, é pra você usar em mim. E ele — apontou pro escravo, que levantou a cabeça com um olhar de pânico — vai chupar teu c******s enquanto eu te fodo com o cu cheio. Eu pisquei, o cérebro tentando processar, enquanto uma risada nervosa escapava da minha boca. — Léo, você tá louco? — perguntei, sentando-se na cama e pegando o consolo da mão dele, sentindo o peso dele nas minhas mãos. Era grande, maior que o p*u dele, e só de imaginar aquilo dentro do meu marido meu corpo já reagia, a b****a pulsando de novo apesar do cansaço. — Louco por você, minha v***a — ele respondeu, se ajoelhando na minha frente e me puxando pra um beijo bruto, a língua dele invadindo minha boca com um gosto de suor e p***a que me deixava zonza. — Vamos inverter tudo, Nick. Você me fode enquanto eu te fodo, e esse merda aqui serve a gente como o cachorro que ele é. O escravo gemeu baixo, o som quase um choro, mas eu vi o p*u dele endurecendo de novo, traído pelo t***o que ele não conseguia esconder. Eu ri, o som ecoando no quarto, e joguei o cabelo pra trás enquanto colocava a cinta, ajustando ela na cintura com uma mistura de excitação e estranheza. — Tá bem, seu cachorro — disse, a voz firme enquanto puxava ele pra mim. — Deita-se de costas, abre as pernas. Vou te arrombar enquanto você me come. Léo obedeceu, deitando-se na cama com um sorriso que misturava arrogância e submissão, as pernas abertas expondo o cu ainda vermelho do que o escravo tinha feito. Eu cuspi no consolo, esfregando a saliva pra lubrificar, e me posicionei entre as pernas dele, o coração disparado enquanto forçava a entrada. Ele grunhiu alto, os olhos fechando por um segundo enquanto o brinquedo deslizava pra dentro, centímetro por centímetro, abrindo ele de um jeito que eu nunca imaginei ver. — p***a, Nick… — ele gemeu, as mãos agarrando o lençol enquanto eu metia mais fundo, o couro da cinta roçando minha pele enquanto eu me ajustava ao ritmo. — Cala a boca e me fode, seu viado — retruquei, rindo, enquanto puxava o escravo pelo cabelo com a mão livre. — E você, deita-se aqui embaixo. Chupa minha b****a enquanto eu arrombo teu dono. O cara obedeceu, se arrastando pra debaixo de mim, o rosto entre minhas pernas enquanto eu sentia a língua dele lambendo meu c******s, desajeitada, mas cheia de vontade. Léo, mesmo com o cu cheio, pegou meu quadril e me puxou pra baixo, o p*u dele entrando na minha b****a com uma estocada que me fez gritar. Era demais — o consolo fodendo ele, o p*u dele me fodendo, a língua do escravo chupando meu c******s —, e meu corpo parecia que ia explodir de tanto prazer. — Isso, seus filhos da p**a! — berrei, metendo o consolo no Léo com força enquanto rebolava no p*u dele, a língua do escravo me levando ao limite de novo. — Me façam gozar, c*****o! E eles fizeram. O prazer veio como um tsunami, meu corpo tremendo enquanto eu gozava pela enésima vez naquela noite, a b****a esguichando na cara do escravo enquanto o Léo gozava dentro de mim, o cu dele apertando o consolo com tanta força que eu quase perdi o equilíbrio. O escravo gemeu embaixo de mim, o p*u dele gozando no chão sem nem ser tocado, e a gente caiu num monte de corpos suados e exaustos, o quarto girando ao meu redor enquanto eu tentava respirar. — c*****o, Léo… — murmurei, tirando a cinta e jogando o consolo de lado, o corpo caindo ao lado dele enquanto o escravo se encolhia no canto da cama. — Eu te disse, Nick — ele respondeu, ofegante, me puxando pro peito dele. — Não tem limite pra gente. Eu ri, o som fraco, mas satisfeito, e fechei os olhos por um momento, o calor do corpo dele me envolvendo enquanto o motel parecia pulsar ao nosso redor. A noite tinha sido uma descida ao inferno do prazer, e eu sabia que o último capítulo dessa loucura ainda tava por vir. Mas por agora, eu só queria respirar, sentir o Léo contra mim, e deixar o escravo ali, quieto, como testemunha do que a gente tinha virado.
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