O preço final

2230 Words
O silêncio no quarto do motel era quase palpável, um contraste brutal com os gritos, gemidos e estalos que tinham enchido o ar nas últimas horas. Eu, Nick, tava deitada na cama da hidro, o corpo colado no do Léo, o peito dele subindo e descendo devagar enquanto ele recuperava o fôlego. O suor dele misturava com o meu, a pele quente e úmida grudando na minha como uma segunda camada, e eu sentia cada músculo meu doendo — da b***a marcada pelos tapas, dos pulsos ainda sensíveis das cordas, da b****a e do cu que tinham sido fodidos até o limite. O escravo tava encolhido no canto da cama, o corpo trêmulo, o rosto enterrado nas mãos como se quisesse apagar tudo que a gente tinha feito com ele — ou pra ele. A luz vermelha do neon continuava piscando lá fora, entrando pelas frestas da cortina e jogando sombras que dançavam nas paredes espelhadas, como se o próprio quarto fosse testemunhar viva do nosso caos. Eu respirava fundo, o ar pesado com aquele cheiro de sexo que parecia impregnado em cada canto — p***a, suor, saliva, couro e algo mais, algo que não dava pra nomear, mas que gritava pecado. Minha cabeça girava, não só pelo cansaço, mas por tudo que a gente tinha atravessado naquela noite. Começou com o Léo chegando em casa com aquele sorriso maroto, prometendo um escravo pra “educar”, e agora aqui tava eu, uma v***a irreconhecível, gozando enquanto fodia meu marido com um consolo e um estranho chupava minha b****a. Era loucura, era lindo, era nojento, e eu ainda não sabia como processar o que eu tinha virado — ou o que a gente tinha virado juntos. — Tá viva, minha p*****a? — A voz do Léo cortou o silêncio, rouca e cheia de um carinho bruto que só ele sabia dar. Ele virou a cabeça pra mim, o cabelo molhado grudado na testa, os olhos brilhando com aquele fogo que nunca apagava, nem depois de tudo. Eu ri, um som fraco, mas genuíno, e levantei a mão pra esfregar o rosto dele, sentindo a barba por fazer pinicar minha palma. — Tô viva, seu cachorro — respondi, a voz saindo mais baixa do que eu queria, carregada de exaustão e t***o residual. — Mas por pouco. Você quase me matou de prazer essa noite. Ele sorriu, aquele sorriso sacana que me derretia inteira, e rolou pra cima de mim, o peso do corpo dele me prendendo no colchão enquanto me beijava com força. A língua dele invadiu minha boca, o gosto dele — suor, p***a e algo puro Léo — me enchendo de novo, e eu gemi baixo, as mãos subindo para as costas dele, arranhando a pele marcada pelos golpes do chicote. — Você é f**a, Nick — ele murmurou contra meus lábios, a mão deslizando pra apertar minha b***a com uma possessividade que me fazia tremer. — Nenhuma mulher aguentaria o que você aguentou hoje. E ainda gozou como uma p**a no cio. — E você é um filho da p**a que me faz ser assim — retruquei, mordendo o lábio dele de leve enquanto puxava o cabelo dele. — Mas confessa, Léo, você gostou de levar rola no cu tanto quanto eu gostei de te f***r. Ele riu alto, o som ecoando no quarto, e me deu um tapa leve na cara, o suficiente pra me fazer rir junto. — Gostei, sua v***a — admitiu, os olhos faiscando com uma mistura de arrogância e vulnerabilidade que eu nunca tinha visto antes. — Mas só porque era você mandando. E esse merda aqui — apontou pro escravo com o queixo — só serviu pra me fazer te querer mais. Eu virei a cabeça pra olhar o cara, que ainda tava quieto no canto, o corpo encolhido como um cachorro que levou uma surra e não sabia se ia apanhar de novo. Ele tinha gozado sem permissão, chupado minha b****a, fodido o Léo, e agora parecia perdido, os olhos baixos, o p*u mole entre as pernas. Uma parte de mim sentia pena dele, mas outra — a parte v***a que o Léo tinha acordado — queria mais, queria ver até onde ele aguentava antes de quebrar de vez. — E agora, hein? — perguntei, me sentando na cama e jogando o cabelo pra trás, o corpo nu brilhando de suor sob a luz vermelha. — A noite acabou ou você ainda tem algum plano louco nessa cabeça doentia? Léo levantou também, o p*u meia-bomba balançando enquanto ele se espreguiçava, os músculos das costas flexionando de um jeito que me dava vontade de morder. Ele foi até a mesinha do canto, pegou uma garrafa d’água que eu nem tinha percebido antes, e tomou um gole longo antes de me jogar ela. Eu peguei no ar, rindo, e bebi também, a água fria escorrendo pelo queixo e pingando nos meus p****s. — A noite só acaba quando eu digo que acaba, Nick — ele respondeu, a voz firme enquanto voltava pra cama e se sentava na beirada, me puxando pelo braço pra eu ficar no colo dele. — Mas acho que tá na hora de dar um gran finale pra essa p*****a toda. O que você acha? Eu levantei uma sobrancelha, o coração acelerando de novo enquanto sentia o p*u dele endurecendo contra minha coxa. — Gran finale? — repeti, provocadora, esfregando a b***a no colo dele só pra sentir ele pulsar. — E o que seria isso, seu cachorro? Já fodemos de todo jeito, amarramos, chicoteamos, viramos o jogo. O que mais falta? Ele pegou meu queixo com força, me forçando a encarar ele, os olhos dele queimando com um brilho que me dava calafrios. — Falta o preço final, minha p*****a — disse, a voz baixa e perigosa. — Você e eu, juntos, vamos quebrar esse merda de uma vez por todas. E depois, vamos pra casa como rei e rainha, prontos pra começar tudo de novo outro dia. Eu senti a b****a pulsar, o t***o voltando com tudo apesar do cansaço, e sorri, um sorriso que misturava excitação e um pingo de medo. — Tá bem, seu filho da p**a — respondi, me levantando do colo dele e ficando de pé na frente da cama, as mãos na cintura enquanto encarava o escravo. — Levanta, seu inútil. Tá na hora de pagar o preço de ter entrado na nossa vida. O cara levantou a cabeça devagar, os olhos arregalados, o corpo tremendo enquanto se sentava na cama. Ele parecia um animal acuado, mas o p*u dele deu um salto, traído pelo t***o que ainda corria nas veias dele. — Senhora… — começou, a voz trêmula, mas Léo cortou ele com um grito: — Cala a boca, seu merda! — Ele se levantou, pegando a corda que ainda tava jogada no chão e jogando ela pra mim. — Amarra ele, Nick. De pé, braços pra trás, pernas abertas. Vamos fazer esse filho da p**a implorar pra sair daqui. Eu peguei a corda, o tecido áspero roçando minhas mãos enquanto dava um nó rápido nos pulsos dele, puxando com força até ele gemer baixo. Depois amarrei os tornozelos, deixando ele numa posição vulnerável, o p*u duro balançando no ar enquanto eu terminava os nós. Léo assistia tudo, o p*u dele completamente duro agora, e pegou o chicote de novo, balançando ele no ar com um estalo que fez o escravo pular. — Tá vendo isso, seu viado? — Léo disse, a voz carregada de desprezo enquanto se aproximava do cara. — Você achou que ia só olhar, que ia gozar vendo minha mulher e sair ileso? Agora você vai sentir o que é ser nosso de verdade. Eu me posicionei atrás do escravo, as mãos deslizando pelo peito dele, sentindo o coração dele disparado sob meus dedos. Ele tremia, o suor escorrendo pelas costas, e eu sussurrei no ouvido dele, a voz doce mas cheia de veneno: — Relaxa, seu merdinha. Você quis brincar com a gente, agora aguenta até o fim. Léo deu o primeiro golpe, o chicote acertando as costas do cara com um estalo seco que ecoou no quarto. Ele gritou, o corpo se contorcendo contra as cordas, e eu senti um calor subir pelo meu corpo, o t***o me dominando de novo enquanto via as marcas vermelhas surgirem na pele dele. — Isso, sua p**a! — berrei, rindo, enquanto dava um tapa na b***a dele, o som se misturando com o próximo golpe do chicote. — Chora pra gente, implora pra parar! Mas ele não implorou. Em vez disso, ele gemeu, um som que misturava dor e prazer, e o p*u dele pingou de t***o, uma gota brilhante caindo no chão. Léo parou por um segundo, o chicote na mão, e olhou pra mim com um sorriso que me deu arrepios. — c*****o, Nick, esse filho da p**a tá gostando — disse, jogando o chicote no chão e pegando o consolo com a cinta que eu tinha usado antes. — Vamos ver até onde ele aguenta. Eu ri, o som ecoando no quarto, e ajudei o Léo a colocar a cinta, ajustando ela na cintura dele enquanto ele cuspia no consolo pra lubrificar. O escravo virou a cabeça, os olhos arregalados de pânico, mas não disse nada — só ficou ali, preso, esperando o inevitável. — Abre as pernas mais, seu viado — Léo ordenou, e o cara obedeceu, o corpo tremendo enquanto Léo forçava o consolo no cu dele com uma estocada funda e impiedosa. O grito dele foi alto, rasgando o quarto, mas logo virou um gemido longo enquanto Léo metia com força, o couro da cinta batendo na b***a dele a cada estocada. Eu me ajoelhei na frente do escravo, o p*u dele na altura do meu rosto, e abocanhei ele sem aviso, chupando com vontade enquanto o Léo o fodia por trás. O gosto dele — salgado, quente, desesperado — encheu minha boca, e eu gemi, os olhos fechados enquanto sentia ele pulsar na minha língua. — p***a, Nick, sua v***a gulosa! — Léo gritou, rindo, enquanto metia mais fundo, o ritmo dele sincronizando com o meu enquanto eu chupava o escravo. O cara gozou rápido, os jatos quentes enchendo minha boca enquanto ele gemia alto, o corpo convulsionando contra as cordas. Eu engoli tudo, lambendo os lábios enquanto me levantava, o t***o me deixando zonza. Léo puxou o consolo de uma vez, jogando ele no chão, e me pegou pelo cabelo, me jogando na cama de novo. — Agora é você, minha p**a — disse, a voz rouca enquanto subia em cima de mim, o p*u duro entrando na minha b****a com uma estocada que me fez gritar. — Vamos gozar juntos, como rei e rainha, e deixar esse merda aqui pra trás. Ele me fodeu com força, as mãos apertando meus p****s, a boca mordendo meu pescoço enquanto eu gritava, as pernas envolvendo a cintura dele. O escravo assistia, ainda preso, o corpo mole de tanto ser usado, enquanto eu e o Léo nos perdíamos um no outro. O prazer veio rápido, um orgasmo que me fez tremer inteira, a b****a apertando o p*u dele enquanto ele gozava dentro de mim, os jatos quentes me enchendo enquanto rugíamos juntos. Quando terminou, a gente caiu na cama, ofegantes, os corpos colados enquanto o motel parecia girar ao nosso redor. Léo me puxou pro peito dele, a mão acariciando meu cabelo, e murmurou: — Te amo, minha v***a. — Te amo, seu cachorro — respondi, rindo, o coração cheio de algo que ia além do t***o — um amor bruto, selvagem, nosso. Olhei pro escravo, ainda preso, os olhos baixos, o corpo destruído, e senti um pingo de pena. Mas só um pingo. Ele tinha escolhido entrar no nosso jogo, e agora pagava o preço. — E ele? — perguntei, apontando com o queixo enquanto me levantava, pegando minha roupa rasgada do chão. — Ele fica aí — Léo disse, se levantando também e vestindo a calça. — Alguém vai encontrar ele amanhã. Ou não. Não é mais nosso problema. Eu ri, vestindo o que sobrou da camisola, e peguei a mão do Léo enquanto saíamos do quarto, o ar fresco da noite batendo no meu rosto como um alívio. No carro, indo pra casa, o silêncio entre a gente era confortável, carregado de tudo que vivemos. Eu coloquei a mão na coxa dele, sentindo o calor dele sob a calça, e perguntei: — Léo, o que acontece no motel fica no motel? Ele virou pra mim, o olhar vagabundo que me matava brilhando sob a luz dos postes, e respondeu: — Em casa, vou cobrar o preço dessa noite da minha vagabunda. Mas sim, fica no motel — apertou minha mão com força — até a próxima vez. Eu ri, o t***o pulsando de novo, e soube que a gente nunca ia parar. Chegamos em casa de mãos dadas, o motel ecoando na minha pele, mas o que importava era nós dois. A noite tinha sido um inferno de desejo, e saímos dela mais fortes, mais juntos, prontos pra explorar ainda mais — sempre insaciáveis, sempre nós. E enquanto eu me jogava na cama de casa ao lado dele, o último pensamento que tive antes de dormir foi: “Que venham mais noites assim. Que venha o próximo preço.”
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