Capítulo 188 JUNIN NARRANDO Tô rindo à toa, véi. Tipo… aquela risada que escapa sem tu nem perceber, sabe? Aquela que vem de dentro, de quem tá leve, de quem tá com a alma cheia de esperança. A Silvana, mano… Que mulher do caralhö. Ela sentou comigo, tomou um café, riu das minhas piadas (umas bem Idiotäs, confesso), e ficou me olhando com aquele olhar curioso, desconfiado, mas com uma pontinha de interesse que me fez sentir… sei lá, importante. Não é qualquer uma que me olha assim não, truta. As outras, tudo querem o Junin do crime. O que faz geral rir. O que tem o pescoço lotado de ouro. O que resolve as parada no estalo. Mas ela… parecia que tava tentando me ver por dentro. E eu? Tava ali, sendo eu. Tentando impressionar sem forçar, sem mentir, sem bancar o que eu não sou. Só

