Coringa observa Beatriz por um momento, ainda com aquele sorriso malicioso nos lábios. Mas há algo mais ali—uma faísca de curiosidade, talvez até um vestígio de respeito. Ele estende a mão para ajudá-la a se levantar. O gesto é inesperadamente leve, como se a luta entre eles tivesse sido apenas um ensaio para algo maior. Beatriz aceita a mão dele sem hesitar, mas sua mente já está longe dali. O corpo ainda carrega a adrenalina do combate, os músculos doloridos, mas nada disso importa. Só uma coisa importa. Beatriz: Você acha que meu filho tá bem? O sorriso de Coringa se suaviza por um instante, e ele inclina a cabeça levemente, avaliando-a. Dessa vez, ele não joga, não provoca. Coringa: Não sei, Beatriz. Mas sei que, se ele for metade do que você é… ele vai dar um jeito. Beatriz solta

