--- Beatriz estava ali, sozinha, com os olhos cheios de lágrimas, o corpo cansado e quebrado pela dor. Ela se sentou no chão do banheiro, as mãos pressionadas contra o rosto, tentando controlar a tempestade de emoções dentro de si. O som da água caindo não a acalmava; ao contrário, parecia intensificar o vazio que ela sentia. Em um impulso, ela ergueu os olhos para o teto, sua mente turvada pela angústia. O que ela mais queria era sentir algum tipo de alívio, mas nada parecia capaz de lhe trazer paz. Seu filho estava distante, perdido, e ela não sabia se um dia seria capaz de abraçá-lo novamente. O desespero tomou conta de Beatriz. Ela sentiu como se a dor fosse demais para suportar, como se estivesse afundando em um mar de impotência. O peso do que estava acontecendo sobre ela a esmaga

