Renzo está na cidade

3938 Words
Cheguei a empresa por volta das 10h, era uma quarta-feira, um carro muito chique estava estacionado em frente a empresa, a fachada estava sendo reformada, estávamos estruturando e dando uma nova cara e aumentando o espaço para Marsh trabalhar, reconheci Henrique assim que saiu do carro e veio me cumprimentar. "Que surpresa boa!", disse apertando a mão do motorista. "Fico feliz em ver a Senhora, A menina Priscila veio vê-la, e acho que o patrão também!", sorri com a cara que ele fez. "Que bom!... Fico feliz!". Entrei e Priscila mesmo sendo alta pulou no meu pescoço, ela estava linda, o cabelo louro sedosos, estava com um corpo perfeito e linda num vestido azul claro, Renzo se pôs em pé e esperou para me cumprimentar. "Minha nossa!... Você está linda!", disse olhando bem para Priscila, dei um beijo estalado em suas bochechas e a abracei com vontade, "Hummmmm!... Que saudades de você!". "Eu também sinto muito a sua falta!", disse ela retribuindo o abraço apertado, "Eu e meu pai viemos justamente te ver!". Olhei para Renzo e sorri grata por ter trazido Priscila até mim, eu simplesmente não tinha mais tempo para nada, quando pegava folga no fim de semana eu aproveitava para dormir e só, desgrudei de Priscila e fui ao encontro de Renzo. "Como vai?", lhe dei um abraço e um beijo no rosto. "Bem!... E feliz por te ver novamente!", ele piscou para mim, eu corei na hora. "Vamos até minha sala!", abracei Priscila e os levei até minha sala, "Não reparem na bagunça, estamos mudando algumas coisas aqui!". "Está fazendo um ótimo trabalho!", ele olhou em volta antes de fechar a porta. "Estou com um novo arquiteto e ele reclamou do espaço destinado a ele, então resolvi deixá-lo mais a vontade, depois levo vocês para conhecerem as dependências!". Nos sentamos e conversamos, Priscila está terminando os estudo agora, perdeu o ultimo ano por causa do tratamento, e se inscreveu para o curso de psicologia e está super animada. "Não quero mais ser modelo", ela sorria, olhou para o pai e depois para mim, "Quero ajudar pessoas com o mesmo problema que tive e você me ajudou muito e meu pai também". Fiquei emocionada, meus olhos se encheram de lágrimas, "Eu amo ajudar as pessoas Priscila, sendo enfermeira ou não, e acho que é por isso que eu me desdobro tanto aqui como no hospital!". "Precisa arrumar um tempo para descansar Victória, a vida não é só trabalho e sei que amou ir a fazenda e andar a cavalo com a gente!", Renzo estava com um olhar de desejo, desde que fui embora ele ficou com esse olhar. "Verdade!... Amei aquele lugar!", mas agora só final do ano vou pensar em férias, agora estou lotada de trabalho e um novo sócio exigente e Frances!". Meu Deus!... Você está ficando importante, daqui a pouco vai ter que mudar para um local maior!". "Eu tentei ir para nova York, mas meus sócios não quiseram essa mudança, por enquanto estou com muitas reformas aqui!", sorri para Renzo, mas tentei ficar olhando para Priscila, mas o assunto era mais para adultos e era ele que estava fazendo as perguntas. "Eu adoraria que fosse para Nova York, assim ficaríamos mais unidas!", Priscila riu tímida e olhando para o pai, de repente eu percebi o que esse dois estavam fazendo, queriam me conquistar, senti uma vontade enorme de rir, tive que levantar. "Eu vou pedir café e água para nós!", abri a porta e saí, olhei para Maryl, e tentei reprimir o riso, mas saiu pela culatra, ri baixinho e entre o riso, eu pedi o café e a água, um café com creme como Renzo gosta, respirei fundo e voltei para a sala, "Vamos conhecer o local enquanto Maryl busca nosso pedido!", olhei para Renzo quando me acompanharam, "Pedi o seu café com creme!". Ele sorriu surpreso, enfiou a mão no bolso, "Obrigado!... Adoro café com creme!". "Eu sei!", disse sorrindo, abri a sala de reunião, estava tudo limpo e perfeito, alguns projetos estavam sobre a mesa, coisa para Taylor analisar junto com o arquiteto, dei até uma olhada rápida, gostava de ficar a par dos projetos, e seguimos para a sala de Marsh, ele me olhou sobre os óculos e sorriu. "Ei!?...Sejam bem vindo a minha bagunça!", disse o arquiteto vindo ao nosso encontro, fiz as apresentações e logo o deixamos sozinho para trabalhar. Não era grande o local, mas bom o suficiente para organizar tudo, nos fundos entulhos e amostras para levar para clientes, Renzo se encantou com um novo mármore n***o que tem brilho. "vocês fazem reforma fora daqui?", ele perguntou, olhou para Priscila e sorriu. "Não!... No momento estamos com uma reforma em Nova York e outra aqui em Nova Jersey!". Voltamos para a minha sala, e vi o interesse de Renzo, mesmo assim não falou logo de cara, voltamos a conversar, no meio da conversa atendi duas ligações de clientes para orçamento, anotei o endereço e marquei um horário e voltei a minha atenção aos dois. Taylor chegou por volta das 11:40h, tínhamos um cliente para atender e exigia a minha presença, erro de Viridiana e eu precisa ver para arrumar, era difícil lidar com clientes insatisfeitos, mas eu sempre os deixava animados, ao abrir a porta se assustou com os dois ali sentados a minha frente, ele reconheceu de imediato Priscila e sorriu. "Ei?... O que faz por aqui?", ele abraçou Priscila, Renzo não gostou nada, ficou carrancudo e fechou a cara, mas cedeu a mão para cumprimenta-lo. "vim visitar minha amiga, já que não sai daqui para nada!", "Fez muito bem!... Essa daqui só trabalha e não sei como aguenta dois turnos!". "é por que no Hospital eu trabalho 12 por 36, e fica fácil!". "é!... Eu não quero ser estraga prazeres, mas temos um cliente para visitar!", disse Taylor me olhando animado e eu sabia o que ele queria depois desta visita e eu não estava a fim de recusar. Todos levantaram comigo, Renzo me olhou, "Gostaria que viesse jantar conosco no hotel onde estamos hospedados, Taylor o olhou desconfiado e reconheceu o olhar, vi o ciúmes em seus olhos quando baixou a cabeça e me olhou de rabo de olho passando os dedos pela boca. "claro!... Hoje à noite estou livre e só preço que seja um pouquinho mais tarde!". Sorri e dei um bloquinho de notas para ele anotar o hotel, "Pode ser por volta das 21H?". "Sem problemas!", Renzo anotou o endereço e o hotel e me entregou, "Quero reformar uma cozinha de uma casa que tenho em Aspen e quem sabe contrato vocês!...vou pedir para o caseiro tirar fotos do local, os armários estão em ruína e agora com Priscila em casa, quero aproveitar mais a vida com ela!". Sorri, nossos horizontes estão se abrindo e seria ótimo pegar esse projeto. "Nos vemos mais tarde!", saímos todos juntos e dei outro beijo no rosto de Priscila e em Renzo e entrei em meu carro. Taylor foi dirigindo assim que saímos e em silencio, ele roía o canto do dedo e me olhava de lado, até que não aguentou, "Esse cara está a fim de você e vai te arrastar para Aspen para ver essa merda de projeto e vai investir!'. O olhei, "Taylor!... Ciúmes não!... E já disse que não quero ninguém por um bom tempo!". "Mas é comigo que você vai pra cama!", ele foi ríspido. "Fomos três vezes e isso não diz que é um compromisso!". "Então você quer esse cara?", ele me olhou assim que paramos no farol. "Não quero ninguém!... Eu só quero o cliente e sei o que vieram fazer aqui!... Não sou besta!", comecei a rir, "Ele está usando a filha que me ama para me conquistar!". Taylor me encarou, "como assim?". Contei a ele a nossa conversa e o modo como ele joga a filha para me convidar a ir para a tal fazenda que fui ao fim de semana antes de voltar para a Filadélfia, mesmo assim Taylor ficou irritado, por que eu realmente gostava de Priscila e seria bem capaz de fazer uma loucura para protegê-la, eu sabia muito bem disso e era um dos motivos que não ia para Nova York, para não cair na tentação, mas ele iria me cercar de todas as formas e eu teria que ser firme na minha ideia de aproveitar minha liberdade, paramos em um restaurante próximo a casa do cliente, almoçamos, Taylor ainda tentou me fazer desistir de ir a esse jantar e depois disse que iria comigo, eu recusei, era um jantar particular e eu iria sozinha, ele ficou muito bravo, mas se manteve calado, sabia que podia perder oportunidades, tamborilou os dedos impacientes na mesa enquanto comia a minha sobremesa, uma tortilha de limão que eu adorava, de lá seguimos para o cliente, era fácil de resolver e Taylor ali mesmo consertou, levou pouco mais de uma hora, mas ficou perfeito, desta vez não precisei desembolsar uma grana para refazer o projeto. Taylor me levou para sua casa, assim que entramos já nos agarramos e nos beijamos e muito, o sofá foi o nosso refugio no momento, ele me chupou com vontade, estava nervoso e eu o provoquei transar de quatro era uma delicia com ele, ele batia fundo e com força e rápido, gozei e muito com ele, acabamos afundados na banheira, ele era uma delicia e muito fogoso, e era um dos motivos que transava pouco com ele, fugia sempre para não ter que me apaixonar. Fui para casa as 17h e caí na cama e coloquei o despertador para tocar as 19:30h e dormi, eu estava exausta e depois daquele sexo todo, eu precisava dormir um pouco. Eu mal dormi e o despertador tocou, pulei da cama, tomei outro banho e me vesti, estava frio e usei uma cacharel de lã cinza e uma calça jeans apertada e salto alto bege para dar uma leveza no visual, deixei meus cabelos ao natural, peguei minha bolsa GUCCI a tira colo, enfiei tudo que eu precisava e saí depois de por a maquiagem leve e elegante, aprendi muito de moda depois que conheci as meninas na clinica. Ao entrar no restaurante do hotel, atrasada por vinte minutos por causa do transito e para achar um lugar para estacionar o carro, sorri ao ver Priscila e Renzo, fui ao encontro deles, completamente elegantes, Renzo sempre de terno e gravata, me senti uma tola achando que iriam estar casuais como eu, cumprimentei a todos e me sentei. "Uau!... Achei que o jantar seria casual!", ri me sentindo constrangida. "Não se sinta mal por isso, se quiser subo e troco de roupa!", disse Renzo sorrindo e chegando todo o seu charme, o olhei e me lembrei quando ficamos por três dias na fazenda e ele ficava uma delicia em sua camiseta de manga comprida e gola V mostrando os pelos saindo do peito, eu daria tudo para passar a mão num peito assim, todos os homens que eu conheci tem o peito depilado por detestarem os pelos naquela região, era difícil para malhar, diziam a maioria. "Eu adoraria te ver vestido casual!", disse sorrindo e apoiei o cotovelo na mesa. "Então seu desejo é uma ordem!", ele se levantou. "não!... Por favor?... Vocês devem estar com fome!". "Eu me troco em cinco minutos!". Priscila sorriu animada e me olhou com seu sorriso lindo, "ele me perguntou de onde conheci o Taylor, eu falei que ele foi para o natal na clinica!". "Você não contou que levei ele para o banheiro, não é?", fiquei apavorada, minha intimidade foi exposta. "Claro que não!... Ele ficaria muito triste se soubesse que rolou algo entre vocês!", Priscila gargalho, "Vick!... ele não para de falar em você e está completamente apaixonado!". Estreitei os olhos e apertei o nariz dela, "E você está adorando não é?". Priscila gargalhou gostoso, "Eu estou adorando e ficaria muito feliz se você o namorasse!". Torci a boca, "Como vou namorar se nem consigo tempo para mim!... E eu perdi meu marido há pouco tempo, ainda não estou preparada para um relacionamento!". Priscila ficou decepcionada, ficou triste mesmo, eu peguei em sua mão, "Não fique com essa carinha, por que a gente pode ser amigos por enquanto, eu só quero um tempo para o meu coração!". Priscila concordou com a cabeça e me deu um sorriso triste e Renzo apareceu completamente diferente e casual, com uma cacharel masculina e calça jeans preta, ele estava divino, a cacharel estava coladinha em seu peito, eu não consegui esconder o meu desejo, e ficou no ar isso, Renzo sorriu satisfeito por ter feito a troca de roupa, fizemos o pedido da comida, conversávamos sobre minha vida e a deles, saber que Priscila está bem e feliz, me deixava contente, o pai era presente em sua vida e não deixava que a mãe da menina aborrece-a, e ele viu a necessidade de ficar pagando os luxos dela para justamente mantê-la longe da menina. No fim do jantar, Priscila se retirou e foi dormir, estava morrendo de sono e não parava de bocejar, ficou apenas eu e Renzo, ele pediu dois cafés, o dele com creme, eu sorri achando graça. "Você lembrou de como eu gosto do meu café e isso me deixou muito feliz... Normalmente as mulheres com quem saio não observam isso!". "É por que você sai sempre com as mulheres erradas!", disse relaxada, tomei mais ou menos quase a garrafa inteira de vinho, Renzo ficou apenas nas duas primeiras taças. "E que tipo de mulher seria ideal para mim Victória?", seus olhos diziam tudo, era comigo que ele queria dar certo. "Uma mulher que seja simples, que trabalhe e que ganhe seu dinheiro e que valorize as pequenas coisas como um café com creme para servir a você quando desejasse!", respirei fundo, "que te valorize pelo que você é e não pelo dinheiro que você tem!...Sempre vai acontecer isso que aconteceu com a mãe de Priscila... A olha como um cifrão e não como uma filha!". Eu vi os olhos de Renzo completamente surpreso, ele abriu a boca, não tinha o que dizer, começou a rir sem parar, depois me olhou e se recompôs, "Você ama muito a minha filha não é?". "Sim!... Eu amaria ter uma filha como Priscila!... Ela é encantadora, meiga, carente de afeto de mãe e acho que ela me vê nestes termos, nos falamos todos os dias por telefone e eu me sinto meio que responsável por mantê-la feliz e com o pensamento firme em seus objetivos!", tomei o meu ultimo gole do vinho e o café foi posto na mesa, eu olhei e ri, o creme transbordava da pequena xícara, mesmo assim ele tomou me olhando, acho que analisando o que eu disse. "Eu queria muito que a mãe de Priscila fosse assim como você!... Que dá atenção e cuida dela mesmo de longe!". Ele me olhou com ternura e paixão, "Seria capaz de me casar com você mesmo sabendo das nossas dificuldades e por você morar em outro estado, aqui e eu em Nova York"... Ele fez um bico e me olhou, "Eu deixaria minha filha em suas mãos sem hesitar e teria quantos filhos quisesse! eu sei que seria ótima mãe e eu adoraria ter a casa cheia de crianças correndo, seria capaz de vender todas as obras de artes só para tê-los comigo e você também!". Arregalei os olhos, aquilo estava soando um pedido de casamento, não estava preparada ainda, olhei em volta, "Eu adoraria que pudéssemos nos conhecer com calma Renzo!... Casamento assim não da certo e sempre um sai machucado!', eu o olhei, parecia tão desolado, "Entenda!...Eu perdi meu marido... E ele era perfeito na sua maneira de ser e eu era verdadeiramente encantada por ele e quase enlouqueci quando o perdi!". Renzo pegou na minha mão direita, "Eu quero você, desejo você desde que a vi e toquei em você!", ele escorregou um anel lindíssimo em ouro e perola e diamante, aquilo deveria valer uma fortuna, eu tentei puxar a mão para ele não colocar o anel, mas não teve jeito, ele segurou com força e levou até o fim e beijou minha mão, "esse é um presente de agradecimento pelo que fez por minha filha, eu cheguei a pensar que iria perde-la a qualquer momento, a levei praticamente morta para aquela clinica, e um anjo apareceu em sua vida depois de quase um ano internada, lutando para se manter viva... e você a salvou!", ele me olhou com lágrimas nos olhos, eu não conseguia olhar para o anel e sim para a emoção daquele homem, ele faria qualquer coisa para manter a filha segura e sabia que eu faria o mesmo, aquilo me deixou tentada, ele quer o que eu quero, filhos felizes e liberdade para continuar a trabalhar, olhei para o anel, ele era lindo demais e muito caro. "Renzo!... Eu não posso aceitar esse presente... é caro demais!". "Aceite em nome de Priscila!". Aceitei mesmo me sentindo muito mal com aquele anel no meu dedo no anelar direito, era como um pedido de casamento, mas sutil, pedimos outra garrafa de vinho e sem perceber, ele estava me embebedando, acabamos com a garrafa, ele me contou sobre seu casamento desastroso com Margareth, ela era uma pessoa quando a conheceu, mas quando se casou, passou a exigir cada vez mais, seu casamento durou 15 anos e foi um desastre e só não se separou antes por causa da menina, até que um dia não aguentou e pediu o divórcio, mas não imaginava que a filha iria sofrer tanto, Margareth a colocou para fazer fotos, insistiu que a menina estava gorda e deu remédios para emagrecer e depois a menina aprendeu a vomitar depois que comesse e sua saúde foi degringolando, até que um dia a encontrou no banheiro quase em parada cardíaca, e me lembrei de quando fui parar no hospital pela ultima vez, eu cheguei a ter uma parada cardíaca, meus exames eram péssimos, e contei a ele, minha depressão era profunda e devastadora, não comia por que não queria, mas por que só queria dormir e sonhar com Ash. Ficamos em silencio por um tempo, quando vi, estava aos beijos com ele, sua boca era macia e seus beijos eram delicados e apaixonados, sua cadeira veio parar ao meu lado e ficamos abraçados e nos beijando, o calor foi subindo, o álcool do vinho estava fazendo efeito do jeito que ele queria, eu não consegui resistir quando me chamou para ir ao quarto. Entramos, Renzo parou a minha frente e passou a mão em meu rosto e desenhou com os dedos, "você é tão linda... Eu adoro esse seu jeito simples de ser, de amar!... você ama as pessoas e é por isso que nos derretemos por você... é sincera e não tem medo de nada!". "Eu tenho medo sim Renzo, mas eu procuro mantê-los longe de mim para não cair!". Renzo se aproximou e nos beijamos novamente me envolvendo em seus braços, pegou na minha bainha da cacharel e puxou para tira-la, ele a jogou em um canto e passou as mãos no meu ombro e deslizou para os meus seios fartos e gemeu ao senti-los firmes, e deslizou para as minhas costas e desabotoou e tirou meu sutiã e os olhou e sorriu, "são perfeitos e eu já imagina que eram assim!". Sorri e foi a minha vez de tirar sua camisa Cacharel, seu peito era totalmente peludo, eu rocei meus peitos nele, a sensação foi maravilhosa, faziam cócegas, deslizei a mão pelo seiu peito e puxei devagar para não doer, nossas bocas se tocaram novamente, nossas mãos desceram e nos despimos por completo, evitei de olhar suas partes intimas, eu tinha medo de me decepcionar com o tamanho, nos abraçamos e deslizamos para a cama , nossos beijos se intensificaram e ele desceu a boca até meus seios e se deliciou neles gemendo e sugando e apertando com as mãos e desceu a boca pela minha barriga e pelo meu quadril e abriu minhas pernas e me sugou, eu estava sensível desde a tarde e não demorou muito para eu gozar em sua boca, gemi alto e me agarrei aos lençóis embaixo de mim, e arfei, meteu dois dedos dentro de mim e me provocou e eu gozei mais uma vez me torcendo e arfando como uma louca, Renzo estava se deliciando ao me ver gozar. "você parece tão apertadinha aqui em baixo!". "Renzo!... Me come!", pedi arfando e gozando enquanto ele metia o dedo dentro de mim, ele não parou de me provocar, eu tentei agarrar sua mão para ele parar, mas ele me agarrou e chupou meus dedos, até eu me acalmar. Renzo subiu em mim, e se encaixou em mim, deslizando deliciosamente dentro de mim, ele era lento e rebolava para senti seu pau duro dentro de mim, "Que delicia que você é!", disse ele entre os dentes, e gemeu e meteu fundo, seu pau era grande eu gritei com a dor que provocou, agarrando em seu quadril e o conduzi até o meu limite que podia ir, ele entendeu e o soltei devagar e ele deitou sobre mim, seu peito peludo provocou uma reação de combustão, era uma delicia senti-lo deslizar sobre o meu corpo e roçar seu peito no meu, sei quadril pegou o ritmo e a profundidade sem me machucar e acelerou gostoso, arfamos um no braço do outro, o apertei em meus braços e gozei mais uma vez, Renzo grunhiu quando comecei a aperta-lo e gozou comigo, faziam meses que não sentia o gozo jorrar dentro de mim e me encharcar e me deixar mais louca de tesão e gozei mais uma vez mesmo ele estando mole dentro de mim, mesmo assim ele meteu gostoso até eu parar de gozar, fique molinha em seus braços, acabei dormindo agarrada a ele, com os dedos enroscado em seu peito. Acordei com o cheiro delicioso de café e croissant, Renzo beijou minhas costas nuas e mordiscou minha orelha, eu acordei dando risadas da cócega que provocava seus pelos do peito roçando em mim, girei na cama e o surpreendi laçando meus braços em seu pescoço e o puxando para um abraço e um beijo quente. "você quer fazer amor?". "Quero!", disse rindo e deixando claro abrindo as pernas, ele roçou seu pau pela calça de moletom que usava, e logo estava nu e metendo dentro de mim com rapidez e com força, provocando dores e prazer, eu não conseguia fazê-lo parar, ele estava com fome de mim e gozamos juntos novamente e fiquei inchada depois de transar com ele duas vezes, uma antes do café e outra depois que comemos. Afundei na banheira com ele, foi relaxante e delicioso, saí de lá as 9h da manhã e fui direto para a empresa, e de novo eu não vi, mas fui fotografada com ele aos beijos perto do meu carro, ele me amassando e me beijando com vontade, eu o apertava na cintura, e a foto mais quente foi quando pegou o meu pescoço e me deu um beijo de deixar com as pernas bambas, depois entrei no carro e demos um Selinho e fui embora, isso deixou claro para Taylor que eu fui realmente para a cama com ele, sua decepção era clara em seu rosto e o anel denunciava que poderia estar rolando mas do que cama, foi uma semana difícil, eu tinha que dividir minha atenção a Renzo e Taylor que ficou arredio e estúpido, eu entendia perfeitamente o seu lado e não o culpava por isso, levava numa boa.
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