Lentamente deixo os talheres. Por alguma razão, as minhas palmas estão úmidas, embora não esteja calor aqui. Tomo um gole de água, seco os dedos com um guardanapo. E só então encontro o seu olhar. Os seus olhos – o mais querido neste mundo. Eles estão tranquilos, mas, no fundo – a mesma pergunta. Não diz nada, só olha. Espera. — Eu... Começo, mas paro imediatamente. Sorrio com o canto dos lábios. — Honestamente, repassei tantas vezes na minha mente como começar... E aqui estou, olhando para você e me sinto como uma criança. Sério. Esqueci tudo. Samanta ri. Suave e sinceramente. — Bom, então somos dois. Ela diz, inclinando-se um pouco mais perto. — Porque me sinto como uma menina no seu primeiro encontro. E, a propósito, estou muito nervosa. Eu rio com ela. A minha risada é suave, rela

