Sorrio. Tranquilamente. Até um pouco triste. — Você sente muito? Repito. — Vlad, você mentiu na minha cara todos os dias. E eu compartilhei tudo com você sinceramente. Não ocultei nada. Você nem me contou sobre a sua filha. Você realmente achou que eu seria contra? Baixe o olhar, abra as mãos ligeiramente. — Eu... não sabia como... Foi assim que aconteceu. Foi assim que aconteceu. Essas palavras doem mais do que a traição. Porque falam de indiferença. Por falta de responsabilidade. De que para ele eu não era importante o suficiente para ser honesto comigo. Respiro fundo para não perder a compostura. — Essa não é uma resposta de homem, Vlad. E definitivamente não é digna de alguém a quem eu uma vez quis confiar a mim mesma e a Daryana. Não guardo rancor de você. Simplesmente não quer

