— Você está brincando? Grita Sarah, e eu pulo na cadeira de surpresa. — Que diab*os, Samanta? Não podia simplesmente dizer que não? — Não, não podia. Digo com a maior calma possível. — É o meu trabalho, entende? Se eu tivesse me recusado, Cristina teria começado a fazer perguntas. Além disso, não é profissional. Não estou acostumada a recuar diante das dificuldades. — Mas é o Máximo! Ela se irrita. — E daí? Pergunto. — Você acha que vou me jogar na cama dele na primeira oportunidade? — Não acredito. Ela resmunga. — Não é isso que me preocupa. O que me preocupa é que ele parta o seu coração de novo. Respiro fundo e depois expiro. Não sei o que dizer a ela. Entendo o medo da Sarah, porque ela foi a única que esteve ao meu lado quando quase morri há seis anos. E agora tudo poderia se rep

