Tomo Tandy pelo cotovelo. — Vamos. Você vai descansar na minha casa. — Não. Ele tenta se livrar. — Não quero ir para lá. Não quero ver ninguém. Você não entende, irmão. — Entendo mais do que você pensa. Digo em voz baixa. — Mas você não vai ficar aqui. Samanta se mantém à margem, observando a nossa cena em silêncio. No seu olhar se reflete tudo – cansaço, preocupação, tensão. Ela é a única que não deveria estar neste drama, mas de alguma forma se tornou o centro dele. Quando já estou levando Tandy para a saída, paro e lanço um breve olhar para ele: — Obrigado por não ter colocado ele na rua. — Ele estava muito arrasado. Responde Samanta simplesmente. — E sei o que é ter o coração partido em pedaços. As suas palavras me atravessam como uma faca. — Eu me encarregarei dele. Acrescent

