Paul ficou quieto com seus pensamentos, voltando a cuidar com cuidado dos machucados, e também a massagear a pele macia e quente de Andreia. Ele escorregava as mãos através do ombro até seus seio$, e depois voltava as costas, repetindo várias vezes o movimento, curtindo o gemido baixinho que ela soltava. “Vamos para o quarto, é hora de passar o remédio” Paul achava estranho, era a primeira vez que suava frio de prazer, de desejo de avançar em uma mulher e a possuir. Ele a ajudou sair da banheira, cobriu-lhe com uma toalha para que não pegasse friagem e ambos seguiram até o quarto, onde ele a deitou de bruços, Andreia era uma linda e natural mulher. Olhá-la o fazia perder a cabeça, Paul rapidamente passou uma pomada caseira nas costas, e nas feridas da perna, que usava quando se mac

